- Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) estão em alerta máximo devido a riscos associados a julgamentos, com classificação de risco vermelho.
- O ministro Flávio Dino foi hostilizado em um voo de São Luís para Brasília, onde participaria de um julgamento.
- Uma passageira tentou agredir verbalmente Dino, mas a situação foi controlada por seguranças e uma aeromoça.
- A segurança do STF teme ataques de “lobos solitários”, especialmente após a prisão de um homem que tentou invadir o prédio do tribunal.
- Os ministros agora viajam com dois a três seguranças à paisana para garantir sua proteção em meio ao aumento da tensão.
Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) estão em alerta máximo devido a riscos associados a julgamentos, especialmente após um ataque em novembro do ano passado. O nível de segurança foi elevado para todos os 11 ministros, que agora compartilham a classificação de risco vermelho, a mais alta em uma escala que inclui as cores branco, amarelo e laranja.
Recentemente, o ministro Flávio Dino foi hostilizado em um voo comercial de São Luís para Brasília, onde participaria do julgamento de um caso relacionado à trama golpista. Durante o trajeto, uma passageira tentou agredi-lo verbalmente, chamando-o de “lixo”. A situação foi contornada por seguranças e uma aeromoça, que impediram a mulher de se aproximar do ministro.
Medidas de Segurança
A segurança do STF está especialmente preocupada com a possibilidade de ataques por “lobos solitários”, uma preocupação que se intensificou após a prisão de um homem de 52 anos, que tentou invadir o prédio do STF. O temor é exacerbado pelo trauma deixado pelo ataque de um homem que se explodiu em frente ao tribunal no ano passado.
Os ministros agora viajam acompanhados de dois a três seguranças à paisana. Essa medida visa garantir a proteção em um contexto de crescente tensão e hostilidade, refletindo a gravidade da situação atual. A segurança do STF continua monitorando possíveis ameaças, enquanto os julgamentos seguem em andamento.
Entre na conversa da comunidade