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Advogado de general Heleno usa expressão mineira durante julgamento no STF

Advogado de general critica reunião ministerial e pede anulação do processo por cerceamento de defesa no julgamento de Jair Bolsonaro

Advogado Matheus Milanez, defensor de general Augusto Heleno (Foto: Reprodução)
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  • No segundo dia do julgamento de Jair Bolsonaro e outros sete réus no Supremo Tribunal Federal (STF), o advogado Matheus Milanez caracterizou a reunião ministerial como um “toró de parpite”.
  • Milanez argumentou que não houve planejamento golpista, mas apenas “falas desconexas” durante o encontro.
  • Ele destacou que a reunião não resultou em encaminhamentos práticos e que Bolsonaro agradeceu a presença dos participantes, o que contradiz a ideia de um plano para os eventos de 8 de janeiro.
  • O advogado também pediu a anulação do processo, alegando cerceamento de defesa e criticou a apresentação das provas pela Polícia Federal.
  • Durante o interrogatório do general Augusto Heleno, o ministro Alexandre de Moraes fez a maioria das perguntas, totalizando 302, enquanto o Ministério Público fez 59.

No segundo dia do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros sete réus no Supremo Tribunal Federal (STF), o advogado Matheus Milanez, que representa o general Augusto Heleno, utilizou a expressão “toró de parpite” para caracterizar a reunião ministerial que, segundo a acusação, evidenciaria discussões sobre a contestação do resultado das eleições de 2022 e a organização de atos golpistas. Milanez argumentou que não houve planejamento golpista, mas apenas “falas desconexas”.

Durante sua defesa, Milanez questionou a relevância da reunião, afirmando que o encontro não teve encaminhamentos práticos. Ele destacou que, ao final, Bolsonaro agradeceu a presença dos participantes, o que, segundo ele, contradiz a ideia de um planejamento para os eventos de 8 de janeiro. O advogado comparou a reunião a um “toró de parpite”, sugerindo que se tratou de um momento de troca de ideias sem um objetivo claro.

Milanez também pediu a anulação do processo, alegando cerceamento de defesa, e criticou a forma como as provas foram apresentadas pela Polícia Federal. Ele ressaltou que, durante o interrogatório de Heleno, o ministro Alexandre de Moraes fez a maioria das perguntas, totalizando 302, enquanto o Ministério Público fez 59.

O advogado, que já havia se destacado em audiências anteriores, continua ativo nas redes sociais, onde compartilha sua visão sobre o caso e sua trajetória profissional.

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