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Aliados de Eduardo Bolsonaro planejam novas sanções contra Alexandre de Moraes

Aliados de Jair Bolsonaro articulam novas sanções contra Alexandre de Moraes e sua família, buscando fortalecer laços com os EUA

Deputado federal Eduardo Bolsonaro e ministro do STF Alexandre de Moraes em evento (Foto: Reprodução)
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  • O ex-presidente Jair Bolsonaro e outros réus estão sendo julgados por uma suposta trama golpista.
  • Aliados de Bolsonaro preveem novas sanções do governo dos Estados Unidos contra o ministro Alexandre de Moraes e sua família.
  • Reuniões em Washington buscam ampliar a ofensiva, focando na mulher e nos filhos de Moraes.
  • Eduardo Bolsonaro se reunirá na Casa Branca para discutir estratégias e defender uma anistia como condição para melhorar as relações entre Brasil e EUA.
  • Moraes já está na lista de sanções do Escritório de Controle de Ativos Externos (Ofac) desde julho, o que resultou no cancelamento de seus cartões de crédito internacionais.

Deflagrada a etapa final do julgamento de Jair Bolsonaro e outros sete réus por uma suposta trama golpista, aliados do ex-presidente preveem novas sanções do governo dos EUA contra o ministro Alexandre de Moraes e sua família. As reuniões em Washington visam ampliar a ofensiva, com foco na mulher de Moraes, Viviane Barci de Moraes, e seus filhos.

Eduardo Bolsonaro, deputado federal, se reunirá na Casa Branca nesta quarta-feira (1º) para discutir estratégias. A intenção é demonstrar que as finanças de Moraes estão interligadas às de sua família, justificando assim a inclusão deles nas sanções. Moraes já foi incluído na lista de sanções do Escritório de Controle de Ativos Externos (Ofac) desde julho, resultando no cancelamento de seus cartões de crédito internacionais.

Bolsonaristas argumentam que a inclusão de Viviane e dos filhos nas sanções poderia dificultar suas atividades profissionais, especialmente no escritório de advocacia que atua em áreas como direito empresarial e recuperação judicial. O escritório, que já defendeu Moraes em investigações, pode enfrentar restrições financeiras severas.

Além disso, Eduardo Bolsonaro defende uma “anistia ampla, geral e irrestrita” como condição para melhorar as relações entre Brasil e EUA. O ex-presidente Donald Trump utilizou o caso de Bolsonaro para justificar tarifas sobre produtos brasileiros e sanções contra autoridades brasileiras, incluindo Moraes e outros ministros do Supremo Tribunal Federal.

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