- O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou que não teme sanções dos Estados Unidos em relação ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal.
- Lula criticou o comportamento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por se intrometer em questões judiciais de outros países.
- O presidente brasileiro destacou que as negociações com os EUA estão sendo conduzidas por seus ministros.
- Lula expressou esperança de que Trump mude sua postura e reconheça a importância de negociar com várias nações, incluindo Brasil, China e Índia.
- As declarações foram feitas durante o velório do jornalista Mino Carta, em São Paulo.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou nesta terça-feira, 2, que não teme possíveis sanções dos Estados Unidos em decorrência do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Supremo Tribunal Federal (STF). Lula enfatizou que as negociações com o governo americano estão sendo conduzidas por seus ministros, e expressou esperança de que o presidente Donald Trump mude sua postura.
Lula criticou Trump, afirmando que o comportamento do líder americano, que se intromete em questões judiciais de outros países, é “inacreditável”. O presidente brasileiro ressaltou que cada nação deve cuidar de seus próprios assuntos e que Trump não foi eleito para ser “imperador do mundo”.
As tratativas com os EUA estão sob a responsabilidade do vice-presidente Geraldo Alckmin, do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e do ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. Lula destacou que, embora Trump tenha o direito de estabelecer taxas, é fundamental que ele respeite as regras multilaterais. O Brasil já recorreu à Organização Mundial de Comércio (OMC) em relação a essas questões.
O presidente brasileiro expressou esperança de que Trump reconheça a importância de negociar não apenas com o Brasil, mas também com outras nações, como China e Índia. Lula acredita que a construção de um mundo em paz depende da colaboração entre os países. As declarações foram feitas durante o velório do jornalista Mino Carta, em São Paulo, onde Lula estava acompanhado de outros ministros e do presidente do PT, Edinho Silva.
Entre na conversa da comunidade