- Donald Trump pediu a libertação imediata de todos os 20 reféns vivos mantidos pelo Hamas em uma postagem na rede social Truth Social.
- Ele rejeitou propostas de devolução parcial, afirmando que a libertação total poderia acelerar o fim do conflito.
- O número total de reféns é de 48, incluindo aqueles que foram mortos.
- Famílias de reféns protestaram em Tel Aviv, exigindo ação do governo dos Estados Unidos.
- O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, também se opõe a acordos parciais para a libertação dos reféns.
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez um apelo contundente nesta quarta-feira (3) para que o grupo terrorista Hamas libere imediatamente todos os 20 reféns que ainda estão vivos. Em uma postagem na rede social Truth Social, Trump rejeitou qualquer proposta de devolução parcial, afirmando que a libertação total poderia acelerar o fim do conflito. “Diga ao Hamas para devolver IMEDIATAMENTE todos os 20 reféns (não 2, 5 ou 7!), e as coisas mudarão rapidamente. ISSO VAI ACABAR!”, escreveu.
Atualmente, o número total de reféns mantidos pelo Hamas é de 48, incluindo aqueles que foram mortos. O Fórum de Famílias de Reféns e Desaparecidos destacou que o sofrimento só terminará quando todos os reféns forem contabilizados. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, informou que os Estados Unidos também são contrários a acordos parciais para a libertação, enfatizando a necessidade de uma estratégia firme e definitiva.
Protestos em Tel Aviv
Enquanto isso, familiares dos reféns realizaram uma manifestação em frente à embaixada dos EUA em Tel Aviv, clamando por ação do governo americano. A manifestação incluiu uma mesa com um “Acordo de Retorno dos Reféns” fictício e um certificado simbólico do Prêmio Nobel da Paz, simbolizando a urgência da situação. Os manifestantes pediram que Trump utilize sua influência para garantir um acordo que traga os reféns de volta e encerre a guerra.
A pressão sobre o governo dos EUA aumenta à medida que a situação se agrava, e as famílias dos reféns continuam a exigir respostas e ações concretas. A contagem de reféns e a dinâmica do conflito permanecem em foco, enquanto a comunidade internacional observa atentamente os desdobramentos.
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