Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Empresário acusado de homicídio busca apoio de ex-coronel antes da prisão

Renê Júnior, preso por homicídio, pode enfrentar pena de até 35 anos. Esposa é indiciada por porte ilegal de arma em caso de tráfico de influência

Troca de mensagens entre Renê Júnior e ex-coronel da PM (Foto: Reprodução)
0:00
Carregando...
0:00
  • Renê Júnior, empresário, confessou ter assassinado o gari Laudemir de Souza em um desentendimento no trânsito em Belo Horizonte, no dia 11 de agosto.
  • Ele foi preso em uma academia de luxo após disparar contra Laudemir, que não sobreviveu aos ferimentos.
  • Renê trocou mensagens com um ex-coronel da Polícia Militar antes de ser levado à delegacia, buscando orientações sobre sua situação.
  • A esposa de Renê, Ana Paula Lamego Balbino Nogueira, foi indiciada por porte ilegal de arma, pois permitiu que ele usasse sua pistola.
  • Renê pode enfrentar uma pena de até 35 anos por homicídio qualificado, enquanto Ana Paula pode receber de dois a quatro anos, com possibilidade de aumento por ser servidora pública.

O empresário Renê Júnior, assassino confesso do gari Laudemir de Souza, foi preso em uma academia de luxo no dia 11 de agosto, após um desentendimento no trânsito que resultou em disparos de arma de fogo. Renê, que se irritou ao ser impedido de passar por um caminhão de lixo, atirou contra Laudemir, que estava trabalhando na coleta de lixo. A vítima foi socorrida, mas não resistiu aos ferimentos.

Durante a abordagem policial, Renê trocou mensagens com um ex-coronel da Polícia Militar, buscando orientações antes de ser levado à delegacia. A Polícia Civil recuperou essas conversas, que indicam que ele estava em contato com alguém que poderia influenciar sua situação. O empresário foi indiciado por homicídio qualificado, com agravantes que podem resultar em uma pena de até 35 anos de prisão.

Indiciamento da Esposa

A esposa de Renê, Ana Paula Lamego Balbino Nogueira, também foi indiciada por porte ilegal de arma, pois permitiu que o marido utilizasse sua pistola. A pena para esse crime varia de dois a quatro anos, podendo ser aumentada em até 50% por ela ser servidora pública. Ana Paula recebeu mensagens de Renê, nas quais ele pedia que ela entregasse uma pistola 9 milímetros, diferente da arma utilizada no crime.

Renê, que se apresenta como CEO da Fictor Alimentos, foi desligado da empresa após o incidente. A Fictor Alimentos LTDA confirmou que ele prestava serviços há apenas duas semanas. O empresário, que possui um perfil em redes sociais com quase 30 mil seguidores, se descreve como “cristão, marido, pai e patriota”.

Contexto do Crime

O crime ocorreu na esquina das ruas Jequitibá e Modestina de Souza, em Belo Horizonte. Testemunhas relataram que Renê exigiu que o caminhão de lixo fosse retirado da via, mesmo havendo espaço suficiente. A motorista do caminhão e os garis tentaram acalmá-lo, mas ele reagiu de forma violenta. Laudemir foi atingido e, apesar dos esforços para salvá-lo, faleceu no hospital.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais