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Gleisi defende trabalho conjunto para superar urgência em projeto de anistia

Governo mobiliza esforços para barrar projeto de anistia a envolvidos em eventos de 8 de janeiro e critica articulação de Tarcísio de Freitas

Gleisi Hoffmann, Ministra de Secretaria de Relações Institucionais do Brasil (Foto: Reprodução)
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  • A ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, anunciou que o governo brasileiro atuará para barrar a votação do projeto de lei que anistia os envolvidos nos eventos de 8 de janeiro.
  • Em entrevista à Globo News, Gleisi afirmou que o governo não considera a votação do projeto.
  • O governo buscará diálogo com o presidente da Câmara, Hugo Motta, para impedir a proposta, que ganhou força entre líderes partidários.
  • Gleisi criticou a articulação em favor da anistia, associando-a a uma estratégia para beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro e fortalecer a candidatura do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.
  • O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, já indicou que não pautará a matéria, reforçando a posição do governo contra a anistia.

A ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, anunciou que o governo brasileiro se mobilizará para impedir a votação do projeto de lei que anistia os envolvidos nos eventos de 8 de janeiro. Em entrevista à Globo News, ela afirmou que “sequer cogitamos que esse projeto seja votado” e destacou que o governo tentará neutralizar a articulação em torno do tema.

O governo buscará diálogo com o presidente da Câmara, Hugo Motta, para barrar a proposta. A pressão pela votação do projeto aumentou, com líderes partidários tentando incluir o tema na pauta após o julgamento da tentativa de golpe, que deve ser concluído até o dia 12. Gleisi enfatizou que não permitirão que o assunto avance sem resistência.

A articulação em favor da anistia é vista por membros do governo como uma estratégia para beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro e fortalecer a candidatura do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Gleisi criticou a postura de Tarcísio, chamando seu papel de “lamentável” e questionando sua capacidade de liderar o país.

Ela também mencionou que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, já indicou que não pautará a matéria, reforçando a posição do governo contra a anistia. A ministra reafirmou que o governo está comprometido em trabalhar para derrotar a urgência do projeto e manter a situação sob controle no Congresso.

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