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Militares afirmam que respeitarão decisão sobre Bolsonaro e anistia é do Congresso

Ministro da Defesa afirma que Forças Armadas respeitarão decisão judicial sobre Jair Bolsonaro e destaca que anistia depende do Congresso Nacional

Presidente Lula e ministro José Mucio durante cerimônia de aniversário de 25 anos do Ministério da Defesa (Foto: Reprodução)
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  • O ministro da Defesa, José Mucio, afirmou que as Forças Armadas respeitarão a decisão da Justiça sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, que está sendo julgado por suposto envolvimento em uma trama golpista em 2022.
  • Mucio fez a declaração após um almoço com o presidente Lula e os comandantes militares, destacando a importância do respeito à Justiça.
  • O ministro também comentou sobre a anistia para militares envolvidos nos ataques de 8 de janeiro, ressaltando que essa decisão cabe ao Congresso Nacional.
  • Lula expressou preocupação com a possível aprovação da anistia, alertando sobre a influência da extrema-direita no Congresso.
  • O encontro teve como objetivo fortalecer os laços entre o governo e os militares em meio a crises orçamentárias e processos judiciais.

O ministro da Defesa, José Mucio, declarou que as Forças Armadas respeitarão a decisão da Justiça no julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, acusado de envolvimento em uma trama golpista em 2022. A afirmação foi feita após um almoço com o presidente Lula e os comandantes militares, onde Mucio ressaltou que o respeito à Justiça é fundamental. “As Forças Armadas servem ao país e aguardam o veredicto com serenidade”, afirmou.

Durante o encontro, Mucio também abordou o tema da anistia para militares envolvidos nos ataques de 8 de janeiro, destacando que essa decisão cabe ao Congresso Nacional. Ele enfatizou a importância de um diálogo construtivo entre os poderes, evitando disputas de força. “Precisamos unir esforços para reconstruir a fraternidade do país”, disse o ministro.

Lula, por sua vez, expressou preocupação com a possibilidade de aprovação da anistia no Congresso, alertando sobre a influência da extrema-direita. “O Congresso não é representativo da periferia, e a mobilização popular é essencial para enfrentar essa situação”, declarou durante uma conversa com lideranças em Belo Horizonte.

O almoço, que contou com a presença de antigos e atuais chefes das Forças Armadas, teve como objetivo fortalecer os laços entre o governo e os militares em meio a crises orçamentárias e processos judiciais. As conversas, que duraram cerca de três horas, foram marcadas por um clima de camaradagem, com Lula e os militares compartilhando histórias e experiências.

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