- O presidente da Rússia, Vladimir Putin, declarou que tropas estrangeiras enviadas à Ucrânia antes de um acordo de paz serão consideradas alvos legítimos.
- A afirmação foi feita durante o Fórum Econômico Oriental em Vladivostok.
- Putin rejeitou a ideia de uma força de manutenção de paz na região, afirmando que a presença de tropas estrangeiras é inaceitável enquanto os combates continuam.
- Essas declarações ocorreram após o presidente da França, Emmanuel Macron, anunciar que 26 aliados da Ucrânia estão prontos para enviar tropas como parte de uma força de apaziguamento após o cessar-fogo.
- A guerra na Ucrânia, que já dura cerca de três anos e meio, continua a gerar tensões internacionais, com apoio militar e diplomático a Kiev de diversas nações ocidentais.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou nesta sexta-feira (5) que tropas estrangeiras que forem enviadas à Ucrânia antes de um acordo de paz serão consideradas “alvos legítimos”. A declaração ocorreu durante o Fórum Econômico Oriental em Vladivostok, onde Putin também rejeitou a ideia de uma força de manutenção de paz na região.
Putin enfatizou que a presença de tropas estrangeiras enquanto os combates continuam é inaceitável. Ele declarou que “se quaisquer tropas aparecerem lá, especialmente agora enquanto os combates estão em andamento, assumimos que serão alvos legítimos”. O líder russo argumentou que garantias de segurança são necessárias tanto para a Rússia quanto para a Ucrânia, e que Moscou cumprirá um eventual tratado de paz.
Essas declarações surgem após o presidente francês, Emmanuel Macron, ter anunciado que 26 aliados da Ucrânia estão prontos para enviar tropas como parte de uma “força de apaziguamento” assim que os combates cessarem. Macron fez essa afirmação após uma reunião em Paris com a coalizão de 35 países que apoiam Kiev.
A situação na Ucrânia, que já dura cerca de três anos e meio, continua a gerar tensões internacionais, com o apoio militar e diplomático de diversas nações ocidentais a Kiev. As falas de Putin refletem a complexidade do cenário atual e as dificuldades em se chegar a um consenso que permita a paz na região.
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