- A Polícia Metropolitana de Londres deteve cerca de 425 pessoas durante uma manifestação em apoio à Ação Palestina no sábado, 6 de outubro.
- O grupo foi banido no Reino Unido em julho de 2023 após protestos que resultaram na invasão de uma base da Força Aérea Real.
- Os manifestantes se reuniram perto do Parlamento, segurando cartazes com mensagens de oposição ao banimento.
- Desde a proibição, mais de 500 detenções ocorreram em um único dia em agosto, principalmente por exibir cartazes de apoio ao grupo.
- A polícia relatou abusos físicos e verbais contra seus agentes durante os atos, enquanto o governo defende a proibição como uma medida antiterrorismo.
A Polícia Metropolitana de Londres deteve aproximadamente 425 pessoas durante uma manifestação em apoio à Ação Palestina neste sábado, 6 de outubro. O grupo foi banido no Reino Unido em julho de 2023, após protestos que resultaram na invasão de uma base da Força Aérea Real e danos a aviões militares.
Os manifestantes, reunidos perto do Parlamento, expressaram sua oposição ao banimento, segurando cartazes com mensagens como “Eu me oponho ao genocídio”. A proibição da Ação Palestina, considerada uma medida antiterrorismo, classifica o apoio ao grupo como crime, com penas que podem chegar a 14 anos de prisão.
Desde a proibição, mais de 500 detidos foram registrados em um único dia em agosto, principalmente por exibirem cartazes em apoio ao grupo. A polícia relatou que os agentes enfrentaram um nível excepcional de abuso durante os atos, incluindo agressões físicas e verbais.
O governo britânico defende a proibição, alegando que a Ação Palestina causou danos significativos e que a medida não impede manifestações de outras organizações pró-Palestina. Grupos de direitos humanos criticam a decisão, considerando-a desproporcional e uma limitação à liberdade de expressão.
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