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Homem é preso após empurrar mulher e filha de carro em movimento em Atibaia

Homem é preso por agredir companheira e filha em Atibaia; casos de violência contra mulheres aumentam no Brasil

Delegacia de polícia de Atibaia, localizada no interior de São Paulo (Foto: Reprodução)
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  • Um homem de 27 anos foi preso em Atibaia, São Paulo, por agredir sua companheira e filha, arremessando-as de um carro em movimento.
  • O incidente ocorreu quando a mulher buscou atendimento médico devido a escoriações.
  • A prisão foi realizada pela Polícia Militar, que atuou quando o agressor tentou encontrar as vítimas no hospital.
  • O homem foi indiciado por violência doméstica, lesão corporal e tráfico de drogas.
  • Este caso reflete o aumento da violência contra as mulheres no Brasil, que registrou 1.492 assassinatos de mulheres em 2023, o maior número desde 2015.

Um homem de 27 anos foi preso em Atibaia, São Paulo, após agredir sua companheira e filha, arremessando-as de um carro em movimento. O incidente ocorreu quando a mulher buscou atendimento médico devido às escoriações sofridas. A prisão foi realizada pela Polícia Militar quando o agressor tentou encontrar as vítimas na unidade hospitalar.

O homem foi indiciado por violência doméstica, lesão corporal e tráfico de drogas. Ele permanece à disposição da Justiça. Este caso é um reflexo do aumento alarmante da violência contra as mulheres no Brasil, que, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, registrou 1.492 assassinatos de mulheres em 2023, o maior número desde 2015.

Crescimento da Violência

Os dados mostram que, em 2024, o país viu um aumento de 19% nas tentativas de feminicídio em comparação ao ano anterior. Além disso, os casos de estupro também cresceram, com um aumento de 9,6% em relação a 2023. As mulheres representam 92,7% das vítimas desses crimes.

Outro dado alarmante é que cerca de 95 mil mulheres relataram ser vítimas de perseguição em 2024, um crime que cresceu 18,2% em relação ao ano anterior. A legislação brasileira, que considera a perseguição um crime desde 2021, busca coibir essa prática, mas os números indicam que ainda há um longo caminho a percorrer para garantir a segurança das mulheres no país.

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