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Congresso é considerado o Poder menos confiável, aponta pesquisa da Quaest

Confiança no Congresso Nacional cai para 45%, enquanto anistia é rejeitada por 55% da população, aponta pesquisa Genial/Quaest

Fachada do Congresso Nacional, onde parlamentares devem votar projetos para aumentar a arrecadação e zerar o déficit em 2024 (Foto: Reprodução)
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  • A confiança no Congresso Nacional caiu de 54% para 45%, segundo a pesquisa Genial/Quaest.
  • Cinquenta e dois por cento dos entrevistados afirmam não confiar nos parlamentares.
  • A anistia, em discussão no Legislativo, é rejeitada por 55% da população.
  • As instituições mais confiáveis são a Igreja Católica (73%), a Polícia Militar (71%) e as Forças Armadas (70%).
  • A pesquisa foi realizada com 12.150 pessoas entre 13 e 17 de agosto e tem margem de erro de 1 a 2 pontos percentuais.

Entre os Três Poderes, o Congresso Nacional é a instituição que mais perdeu a confiança dos brasileiros nos últimos dois anos, segundo a pesquisa Genial/Quaest. O índice de confiança caiu de 54% para 45%, enquanto 52% dos entrevistados afirmam não confiar nos parlamentares.

A pesquisa também revela que a anistia, tema em discussão no Legislativo, é rejeitada por 55% da população. As instituições mais confiáveis, segundo os dados, são ligadas à segurança e à religião, com a Igreja Católica liderando com 73% de confiança, seguida pela Polícia Militar (71%) e pelas Forças Armadas (70%).

O descontentamento com o Congresso se destaca em comparação com o Executivo e o Judiciário, que também apresentaram quedas, mas em menor escala. A confiança na Presidência da República caiu de 62% para 54%, enquanto o Supremo Tribunal Federal (STF) passou de 56% para 50%.

Além disso, uma pesquisa anterior da Quaest indicou que 51% dos eleitores desaprovam a atuação dos deputados e senadores. Quando questionados sobre os repasses feitos por emendas, 72% dos entrevistados disseram não ter conhecimento sobre o assunto.

O cientista político e diretor do instituto, Felipe Nunes, destaca que as instituições de fé e força são mais bem avaliadas que as democráticas, refletindo uma crise de expectativas em relação ao Estado. A pesquisa foi realizada com 12.150 pessoas entre 13 e 17 de agosto e possui uma margem de erro de 1 a 2 pontos percentuais.

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