- A pesquisa da Genial/Quaest, divulgada em 8 de setembro de 2025, mostra que 54% dos brasileiros confiam no presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
- A confiança varia por região: 64% no Nordeste, 56% no Norte e Centro-Oeste, 49% no Sudeste e 54% no Sul, onde a desconfiança é maior.
- Entre os grupos etários, a confiança é mais alta entre pessoas com 60 anos ou mais (60%) e mais baixa entre aqueles de 35 a 39 anos (50%).
- A confiança é igual entre homens e mulheres, ambos com 54%.
- Em comparação com outras instituições, o Supremo Tribunal Federal (STF) tem 50% de confiança e o Congresso Nacional, 45%.
A pesquisa realizada pela Genial/Quaest, divulgada nesta segunda-feira, 8, revela que 54% dos brasileiros confiam no presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O levantamento, que ouviu mais de 12 mil pessoas entre 13 e 17 de agosto, mostra uma divisão significativa nas taxas de confiança por região, idade e escolaridade.
No Nordeste, a confiança em Lula é maior, alcançando 64%, enquanto no Sul, a desconfiança predomina, com 54% afirmando não confiar no presidente. No Centro-Oeste e Norte, a confiança é de 56%, e no Sudeste, os números estão empatados em 49% para cada lado. A pesquisa também indica que a confiança é igual entre homens e mulheres, ambos com 54%.
Análise por Idade e Escolaridade
Entre os mais velhos, com 60 anos ou mais, a confiança é a mais alta, atingindo 60%. Por outro lado, o grupo de 35 a 39 anos apresenta a menor aprovação, com 50% de confiança. Entre os jovens de 16 a 34 anos, 55% confiam em Lula. A pesquisa também mostra que 60% dos eleitores com ensino fundamental completo confiam no presidente, enquanto entre os que têm ensino médio, a confiança é de 49%.
Comparação com Outras Instituições
A Quaest também analisou a confiança em outras instituições. O Supremo Tribunal Federal (STF) tem 50% de confiança, enquanto o Congresso Nacional apresenta o menor índice, com apenas 45% de aprovação. Esses dados refletem um cenário de desconfiança generalizada nas instituições políticas do Brasil, destacando a complexidade da relação entre a população e seus líderes.
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