- O governo da Venezuela, sob a liderança de Nicolás Maduro, enfrenta críticas internacionais sobre o narcotráfico.
- Diosdado Cabello, ministro do Interior, alertou sobre a necessidade de preparação para um possível confronto militar devido à presença dos Estados Unidos nas costas do país.
- Cabello destacou a importância da mobilização cívico-militar e do fortalecimento das Forças Armadas, com foco em recrutamento e treinamento.
- Ele criticou “inimigos internos” que colaboram com o imperialismo e afirmou que a Venezuela não é um produtor de drogas, apontando a Colômbia como o principal produtor da região.
- A retórica do governo se intensifica em meio a tensões com os EUA, que aumentaram suas operações na América Latina.
O governo da Venezuela, liderado por Nicolás Maduro, enfrenta crescente pressão internacional devido à situação do narcotráfico no país. Recentemente, Diosdado Cabello, ministro do Interior e figura central do regime, alertou os cidadãos sobre a necessidade de estarem prontos para um possível confronto militar. Essa declaração ocorre em meio ao aumento da presença militar dos Estados Unidos nas costas venezuelanas, que, segundo Cabello, visa combater o narcotráfico.
Durante uma coletiva de imprensa, Cabello enfatizou que o povo deve estar preparado em todos os frentes. Ele afirmou que não se trata de convocar uma guerra, mas de garantir a segurança nacional. O ministro também destacou a importância de mobilizações cívico-militares e do fortalecimento das Forças Armadas, com um foco em recrutamento e treinamento.
Além disso, Cabello fez uma crítica ao que chamou de “inimigos internos”, referindo-se a aqueles que, segundo ele, colaboram com o imperialismo. Ele vestia uma gorra com a frase “dudar é traição”, reforçando a mensagem de lealdade ao regime. O ministro reiterou que a Venezuela não é um produtor de drogas e apontou a Colômbia como o principal país produtor na região.
A retórica do governo se intensifica em um momento de tensões com os EUA, que têm intensificado suas operações na América Latina. Cabello e outros membros do governo insistem que a segurança interna melhorou, citando estratégias como os “quadrantes de paz”. A situação continua a ser monitorada, enquanto o governo busca consolidar seu controle em meio a um cenário de crescente vigilância internacional.
Entre na conversa da comunidade