- O presidente do Comitê de Meios e Recursos da Câmara, Jason Smith, afirmou que tomará medidas se a Suprema Corte derrubar as tarifas impostas por Donald Trump.
- O tribunal aceitou o apelo da administração sobre decisões anteriores que consideraram as tarifas ilegais.
- Smith, que tem colaborado com a administração, conversou com mais de 20 países nos últimos dois meses.
- As tarifas, justificadas pela Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional, geraram controvérsias sobre a autoridade presidencial.
- Smith destacou a importância de acordos comerciais com países como União Europeia, Reino Unido, Japão e Coreia do Sul para garantir um tratamento justo no comércio internacional.
O presidente do Comitê de Meios e Recursos da Câmara, Jason Smith, declarou que tomará medidas se a Suprema Corte derrubar as tarifas impostas por Donald Trump. O tribunal aceitou o apelo da administração sobre decisões que consideraram as tarifas ilegais. Smith, que tem colaborado estreitamente com a administração, mencionou que conversou com mais de 20 países nos últimos dois meses.
As tarifas, que foram justificadas pela Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional, geraram controvérsias sobre a autoridade presidencial. Em rulings anteriores, dois tribunais inferiores afirmaram que Trump excedeu seus poderes ao implementar essas tarifas sem consultar o Congresso. A Suprema Corte analisará o caso de forma acelerada, com audiências previstas para novembro.
Smith enfatizou que, caso as tarifas sejam anuladas, o Congresso precisará responder de maneira adequada. No entanto, ele não se comprometeu a tentar aprovar novas tarifas na Câmara. A possibilidade de um projeto de tarifas enfrenta resistência, especialmente entre os democratas e até mesmo entre os republicanos, que temem dividir suas bases eleitorais.
Além disso, pesquisas indicam que as tarifas são impopulares entre os eleitores. Smith destacou a importância de manter mercados abertos, afirmando que 96% dos consumidores estão fora dos Estados Unidos. Ele defendeu a necessidade de acordos comerciais com países como União Europeia, Reino Unido, Japão e Coreia do Sul para garantir um tratamento justo no comércio internacional.
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