- O ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete réus estão sendo julgados no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado.
- O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, apontou Bolsonaro como líder da organização criminosa.
- Moraes criticou as defesas dos réus por não apresentarem provas relevantes após quatro meses de acesso aos documentos.
- A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil anunciou que tomará “medidas cabíveis” contra Moraes, em meio ao julgamento.
- Os réus enfrentam cinco crimes, incluindo golpe de Estado e organização criminosa armada, com possibilidade de recursos dependendo do resultado.
O ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete réus estão sendo julgados no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado. O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, destacou a autoria da ação, apontando Bolsonaro como líder da organização criminosa.
Durante o julgamento, Moraes criticou as defesas dos réus, afirmando que não apresentaram provas relevantes após quatro meses de acesso aos documentos. Ele enfatizou que o foco da discussão é a autoria dos crimes, e não a existência da tentativa de golpe. O ministro também rejeitou questionamentos sobre a delação de Mauro Cid, que implicou outros réus, incluindo o ex-ministro Walter Braga Netto.
A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil se manifestou sobre o caso, republicando uma mensagem do subsecretário Darren Beattie, que prometeu medidas cabíveis contra Moraes. Essa declaração ocorre em um momento crítico do julgamento, onde Moraes reafirma a gravidade das acusações.
Os réus enfrentam cinco crimes, incluindo golpe de Estado e organização criminosa armada. Caso sejam absolvidos, a Procuradoria Geral da República (PGR) poderá recorrer. Se condenados, as defesas poderão apresentar embargos de declaração ou embargos infringentes, dependendo do número de votos pela absolvição.
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