- O julgamento de Jair Bolsonaro e outros réus da trama golpista no Supremo Tribunal Federal (STF) começou nesta terça-feira, nove de setembro.
- O líder do Partido Liberal (PL) na Câmara, Sóstenes Cavalcante, anunciou que não acompanhará o julgamento e expressou falta de esperança na absolvição de Bolsonaro.
- Cavalcante afirmou que o foco do partido será trabalhar pela anistia, que inclui Bolsonaro, mas o projeto não avançará esta semana devido ao julgamento.
- O PL planeja retomar a pressão sobre a Câmara na próxima semana, após a definição das penas pelo STF.
- O líder da oposição na Câmara, deputado federal Zucco, decidiu assistir ao julgamento pessoalmente, adotando uma postura diferente da de Cavalcante.
O julgamento de Jair Bolsonaro e outros réus da trama golpista no Supremo Tribunal Federal (STF) teve início nesta terça-feira (9) e gera grande expectativa sobre suas repercussões. O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, anunciou que não acompanhará o processo e expressou sua falta de esperança na absolvição do ex-presidente.
Cavalcante afirmou que o foco do partido será trabalhar pela anistia, que inclui Bolsonaro. “Não temos esperança de absolvição desse julgamento. Continuamos trabalhando pela anistia,” disse o líder do PL. Contudo, ele também informou que o projeto de anistia não avançará esta semana devido ao julgamento em curso.
O plano do PL é retomar a pressão sobre a Câmara na próxima semana, após o STF definir as penas para Bolsonaro e os demais réus. Em contraste, o líder da oposição na Câmara, deputado federal Zucco, decidiu assistir ao julgamento pessoalmente, adotando uma postura diferente da de Cavalcante.
A situação política se torna cada vez mais tensa, com a expectativa de que as decisões do STF possam impactar não apenas o futuro de Bolsonaro, mas também a dinâmica do Congresso e as estratégias do PL.
Entre na conversa da comunidade