- Alessandra Moja Cunha, irmã de um suposto chefe do tráfico do Primeiro Comando da Capital (PCC), foi presa em 8 de setembro.
- Ela é acusada de integrar a organização criminosa e de transmitir informações sobre a Favela do Moinho.
- A prisão ocorreu após sua participação em um evento com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em junho, que visava firmar um acordo de moradia para 900 famílias.
- O Ministério Público afirma que Alessandra recebia ordens de dentro da prisão, onde seu irmão, Leonardo Moja, também está detido.
- A Secretaria de Comunicação da Presidência destacou que a interlocução com líderes comunitários é prática do governo e que quem comete crimes deve responder à Justiça.
Alessandra Moja Cunha, irmã de um suposto chefe do tráfico do Primeiro Comando da Capital (PCC), foi presa nesta segunda-feira, 8, após ser acusada de integrar a organização criminosa. A prisão ocorre após sua participação em um evento com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Favela do Moinho, em junho.
Durante o evento, que visava firmar um acordo de moradia para cerca de 900 famílias, Alessandra foi apresentada como líder comunitária e recebeu cumprimentos de Lula. O Ministério Público a acusa de transmitir informações sobre a favela e receber ordens de dentro da prisão, onde seu irmão, Leonardo Moja, conhecido como Leo do Moinho, também está detido.
A Secretaria de Comunicação da Presidência se manifestou, afirmando que as associações locais são formadas pelos moradores e que a interlocução com líderes comunitários é uma prática essencial do governo. A nota destaca que “quem tiver cometido crime deve responder à Justiça”.
O evento, realizado em 26 de junho, contou com a presença de ministros e teve como foco a escuta da comunidade e o anúncio de políticas públicas. Após a prisão de Alessandra, o vídeo dela ao lado de Lula viralizou nas redes sociais, gerando discussões sobre a relação entre o governo e as lideranças comunitárias.
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