- O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está em prisão domiciliar em Brasília, sob supervisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
- A defesa de Bolsonaro solicitou acesso contínuo a seis aliados, mas o pedido foi negado. As visitas devem ser autorizadas individualmente.
- Entre os aliados que tentaram obter acesso estão Valdemar Costa Neto, presidente do PL, e Altineu Côrtes, vice-presidente da Câmara.
- A saúde de Bolsonaro é motivo de preocupação, e ele recebeu cuidados médicos durante a reclusão.
- As definições sobre candidaturas em estados como São Paulo e Santa Catarina estão em andamento, com reuniões entre Bolsonaro e seus aliados para discutir estratégias eleitorais.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) permanece em prisão domiciliar em Brasília, sob a supervisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF. Recentemente, a defesa de Bolsonaro solicitou ao Supremo acesso contínuo de seis aliados à sua residência, mas o pedido foi negado. As visitas devem ser autorizadas individualmente, conforme a decisão do ministro.
Entre os aliados que tentaram obter acesso estão Valdemar Costa Neto, presidente do PL, e Altineu Côrtes, vice-presidente da Câmara. Desde que começou a cumprir a pena, as visitas têm sido analisadas caso a caso. Moraes destacou que a prisão domiciliar é uma medida que restringe a liberdade individual, não permitindo o livre acesso sem controle.
A saúde de Bolsonaro tem gerado preocupações, e ele recebeu cuidados médicos durante o período de reclusão. A incerteza sobre a liberação do acesso contínuo a seus aliados levou caciques do PL a buscar alinhamentos para candidaturas estaduais. Valdemar Costa Neto planeja um novo encontro com o ex-presidente para discutir estratégias eleitorais, especialmente após o julgamento de Bolsonaro por sua suposta participação em atos golpistas.
Candidaturas em Foco
As definições sobre candidaturas em estados como São Paulo e Santa Catarina estão em pauta. Em São Paulo, a chapa da direita deve incluir Guilherme Derrite (PP), mas a escolha do segundo nome ainda gera disputas internas. Entre os cogitados estão Marco Feliciano (PL) e Cezinha de Madureira (PSD), ambos com forte ligação à bancada evangélica.
Em Santa Catarina, a candidatura de Carlos Bolsonaro (PL) ao Senado está confirmada, mas a disputa pela segunda vaga envolve Esperidião Amin (PP) e Carolina de Toni (PL). Amin é considerado um nome que pode ampliar o eleitorado, enquanto a deputada busca apoio entre as mulheres. Em Minas Gerais, a disputa pelo Senado envolve Domingos Sávio e Eros Biondini, ambos do PL.
Estratégia Eleitoral
As reuniões entre Bolsonaro e seus aliados, mesmo em prisão domiciliar, indicam que o ex-presidente continua a ser uma figura central na estratégia eleitoral do PL. Em Mato Grosso, três nomes estão na disputa: o governador Mauro Mendes (União), o deputado José Medeiros (PL) e a emedebista Janaína Riva. A escolha de candidatos e a definição de suplentes para o Senado são vistas como essenciais para garantir uma base sólida no Congresso.
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