- Eduardo Bolsonaro comentou, dos Estados Unidos, o voto do ministro Luiz Fux, que absolveu seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e outros réus em um caso de tentativa de golpe.
- Fux foi elogiado por não se deixar influenciar por um “regime de exceção”.
- O deputado alertou sobre possíveis sanções da Lei Magnitsky para ministros que votarem contra Bolsonaro.
- Ele destacou que os ministros que apoiarem Alexandre de Moraes podem enfrentar punições, embora o processo seja demorado.
- A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, indicou que novas sanções econômicas ou militares ao Brasil não estão descartadas.
Eduardo Bolsonaro, em sua estadia nos Estados Unidos, comentou sobre o recente voto do ministro Luiz Fux no Supremo Tribunal Federal (STF), que absolveu seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e outros réus envolvidos na tentativa de golpe. Fux demonstrou que não se deixou levar pelo regime de exceção, afirmou o deputado, sugerindo que outros ministros deveriam seguir seu exemplo.
O parlamentar também alertou sobre as possíveis consequências da Lei Magnitsky para aqueles que votarem contra Bolsonaro. Eduardo destacou que os ministros que apoiarem Alexandre de Moraes em sua posição correm o risco de serem sancionados, pois a lei prevê punições para quem apoiar os sancionados. Ele enfatizou que as sanções podem não ser imediatas, mencionando que o processo é burocrático e pode levar tempo.
Na terça-feira, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, fez declarações sobre o Brasil, indicando que não se descartam novas sanções econômicas ou militares. Fux, ao divergir de Moraes e Flávio Dino, votou pela absolvição de Bolsonaro e dos outros réus em relação à acusação de organização criminosa armada, um dos cinco crimes pelos quais foram denunciados.
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