- O rapper Oruam, preso desde julho de 2023 na Penitenciária Dr. Serrano Neves, enfrenta acusações de tráfico de drogas e tentativa de homicídio.
- Recentemente, ele protocolou uma ação na Justiça do Rio solicitando a devolução de bens apreendidos durante uma operação policial.
- Em uma carta aberta, Oruam expressou sua aceitação das consequências de suas ações e a necessidade de reavaliar sua vida.
- Ele criticou o tratamento das autoridades e afirmou que deseja se distanciar da imagem de traficante, destacando sua identidade como artista.
- O rapper foi preso após tentar impedir a apreensão de um adolescente procurado por tráfico de drogas e responde a outros crimes, como resistência qualificada e corrupção ativa.
Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam, está preso desde julho de 2023 na Penitenciária Dr. Serrano Neves, no Rio de Janeiro. O rapper enfrenta acusações graves, incluindo tráfico de drogas e tentativa de homicídio. Recentemente, ele protocolou uma ação na Justiça do Rio, solicitando a devolução de bens que foram apreendidos durante uma operação policial.
A ação reflete a busca de Oruam por justiça e reabilitação. Em uma carta aberta divulgada nas redes sociais, o rapper expressou sua aceitação das consequências de suas ações e a necessidade de reavaliar sua vida. Ele mencionou que a prisão o fez refletir sobre sua trajetória e a relação com sua fé.
Oruam também criticou o tratamento recebido das autoridades, afirmando que carrega acusações que não correspondem à sua verdade. Ele ressaltou que deseja se distanciar da imagem de traficante, afirmando ser um artista e não um criminoso. O rapper, que tem um histórico familiar ligado ao crime, enfatizou que aprendeu a diferenciar amigos verdadeiros de falsos durante seu encarceramento.
O rapper foi preso após um episódio em que tentou impedir a apreensão de um adolescente procurado por tráfico de drogas. Além das acusações de tráfico, ele responde a outros crimes, como resistência qualificada e corrupção ativa. A situação de Oruam continua a gerar debates sobre justiça e desigualdade no sistema penal brasileiro.
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