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Partidos de esquerda solicitam quebra de sigilo sobre venda de estatal no Paraná

Deputados pedem transparência na venda da Celepar para proteger dados sensíveis e garantir a participação da sociedade no processo

Arilson Chiorato, sentado, lidera a oposição ao governo de Ratinho Jr no Paraná (Foto: Reprodução)
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  • Deputados da oposição ao governador Ratinho Júnior solicitaram ao Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) a derrubada do sigilo na venda da Celepar.
  • O pedido foi assinado por parlamentares do Partido dos Trabalhadores (PT) e do Partido Democrático Trabalhista (PDT), incluindo Arilson Chiorato, líder da oposição.
  • Os deputados afirmam que a transparência é essencial para proteger a privacidade e a soberania digital da população.
  • Eles argumentam que apenas documentos que representem risco real à segurança pública devem permanecer sob sigilo.
  • A Celepar, fundada em mil novecentos e sessenta e quatro, é a primeira empresa pública de tecnologia da informação do Brasil e armazena dados sensíveis da população.

Deputados da oposição ao governador Ratinho Júnior (PSD) solicitaram ao Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) a derrubada do sigilo no processo de venda da Celepar, a Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação. O pedido foi assinado por parlamentares do PT e PDT, incluindo Arilson Chiorato, líder da oposição.

Os deputados argumentam que a transparência é fundamental para garantir a privacidade e a soberania digital da população. No requerimento, eles afirmam que apenas documentos que representem risco real à segurança pública devem permanecer sob sigilo. Segundo Chiorato, o sigilo atual limita a participação da sociedade e contraria princípios democráticos.

A Celepar, fundada em 1964, é a primeira empresa pública de tecnologia da informação do Brasil e armazena dados sensíveis, incluindo informações de saúde e segurança. A venda da empresa tem gerado preocupações, pois pode comprometer a soberania digital e o direito à privacidade dos cidadãos.

Chiorato destacou que decisões sobre o futuro da Celepar não podem ser tomadas às escondidas. Ele enfatizou que a empresa desempenha um papel estratégico na administração de informações essenciais para a saúde, segurança e educação no estado. A oposição vê a venda como uma ameaça ao controle estatal sobre dados críticos, colocando em risco a vida dos paranaenses.

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