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Carmén Lúcia destaca citações literárias em seu voto no Supremo Tribunal

Ministra Cármen Lúcia afirma que todos os envolvidos nos atos de violência de 8 de janeiro serão punidos conforme a lei e o devido processo legal

Ministra Cármen Lúcia durante julgamento na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) (Foto: Reprodução)
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  • A ministra do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, destacou a importância da justiça em seu voto sobre os atos de violência de 8 de janeiro.
  • Ela fez referências literárias, citando a poesia de Affonso Romano de Sant’Anna e o livro “História de um Crime”, de Victor Hugo.
  • Cármen Lúcia afirmou que todos os responsáveis pelos atos de violência serão punidos conforme a lei, respeitando o devido processo legal.
  • A ministra enfatizou a necessidade de garantir o contraditório e a ampla defesa em processos penais.
  • Ela reafirmou a resiliência do Poder Judiciário, que, apesar de ataques, permanece firme em sua missão de garantir o Direito.

A ministra Cármen Lúcia, durante seu voto no Supremo Tribunal Federal, fez referências literárias para destacar a importância da justiça e a responsabilização dos envolvidos nos atos de violência ocorridos em 8 de janeiro. Em sua fala, ela evocou a poesia de Affonso Romano de Sant’Anna, questionando: “Que país é este?” e ressaltando a diferença entre um país e um ajuntamento.

Além disso, Cármen Lúcia citou o livro “História de um Crime”, de Victor Hugo, que narra um golpe de Estado. A ministra enfatizou que, mesmo quando um golpe é considerado “para o bem”, ele pode se tornar um exemplo a ser repetido. Em sua argumentação, ela lembrou a ex-colega Rosa Weber, que destacou a resiliência do Poder Judiciário, afirmando que, embora as instalações possam ser destruídas, a instituição permanece firme em sua missão de garantir o Direito.

Cármen Lúcia reafirmou que todos os responsáveis pelos atos de violência de janeiro serão punidos de acordo com a lei, respeitando o devido processo legal. Ela destacou a importância de garantir as garantias do contraditório e da ampla defesa, fundamentais em um processo penal democrático. A ministra concluiu que a justiça deve prevalecer para reafirmar a ordem constitucional e a integridade do Estado de Direito.

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