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Dino critica preços injustos pagos por Moraes na relatoria do golpe

Flávio Dino elogia Alexandre de Moraes e destaca os desafios pessoais enfrentados durante o julgamento de Jair Bolsonaro e outros réus

Ministro do STF Flávio Dino durante julgamento da trama golpista em 9 de setembro de 2025 (Foto: Reprodução)
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  • O julgamento do núcleo da trama golpista, que envolve Jair Bolsonaro e outros réus, avança em um clima de tensão política no Brasil.
  • No dia 11 de setembro, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, elogiou Alexandre de Moraes, relator do caso.
  • Dino destacou os custos pessoais que Moraes enfrentou, especialmente em relação à sua família.
  • Ele expressou o desejo de que a democracia funcione sem judicialização de conflitos e que a política seja a instância de mediação.
  • O julgamento ocorre em um contexto delicado, após a recente sanção de Moraes pelos Estados Unidos com base na Lei Magnitsky.

O julgamento do núcleo da trama golpista, que envolve Jair Bolsonaro e outros réus, avança em um clima de tensão política no Brasil. Na quinta-feira, 11, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino elogiou seu colega Alexandre de Moraes, relator do caso, destacando os custos pessoais que Moraes enfrentou, especialmente em relação à sua família. Dino afirmou que “nada nos incomoda mais que a nossa família pagar preços que não lhe pertencem”.

O ministro ressaltou a trajetória de Moraes, que, segundo ele, tem lidado com as adversidades de forma admirável, exceto pelo impacto que sua posição tem causado em seus entes queridos. Dino expressou o desejo de que o STF não enfrente novamente um momento tão desafiador. “Que a democracia funcione bem, que todos respeitem as eleições e que a política seja a instância de mediação de conflitos”, afirmou.

O julgamento de Bolsonaro e outros sete réus ocorre em um contexto delicado, especialmente após a recente sanção de Moraes pelos Estados Unidos com base na Lei Magnitsky. Dino também mencionou a sobrecarga enfrentada pelo STF, que tem sido uma preocupação crescente entre os ministros. Ele enfatizou a necessidade de que a judicialização de conflitos não se torne a norma, mas sim que a política seja o espaço para a resolução de divergências.

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