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Michelle critica decisão de Fux que absolve Bolsonaro e pede justiça imparcial

Michelle Bolsonaro defende coerência e justiça após voto que absolveu Jair Bolsonaro; julgamento segue com placar de 2 a 1 pela condenação

Jair Bolsonaro acompanha Michelle Bolsonaro no aeroporto de Brasília antes de seu embarque para a posse do novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Foto: Reprodução)
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  • A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro se manifestou após o voto do ministro Luiz Fux, que absolveu Jair Bolsonaro em uma ação penal sobre uma suposta trama golpista.
  • O placar do julgamento está em 2 a 1 pela condenação, com os ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino votando a favor da condenação.
  • Michelle ressaltou a importância da coerência e do senso de justiça, criticando julgamentos parciais.
  • Ela compartilhou trechos do voto de Fux, que durou mais de 12 horas, destacando a necessidade de justiça sobre vingança e mentira.
  • A ação penal investiga a suposta participação de Bolsonaro em um esquema para desestabilizar a democracia brasileira.

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro se manifestou na madrugada desta quinta-feira, 26 de outubro, após o voto do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), que absolveu o ex-presidente Jair Bolsonaro na ação penal que investiga uma suposta trama golpista. O placar atual do julgamento é de 2 a 1 pela condenação.

Michelle destacou a importância da coerência e do senso de justiça, afirmando que, quando esses princípios prevalecem, não há espaço para julgamentos parciais. Em suas redes sociais, a líder do PL Mulher compartilhou trechos do voto de Fux, que durou mais de 12 horas. Ela enfatizou que a prevalência da justiça sobre a vingança e a mentira é crucial para evitar perseguições.

O voto de Fux abriu uma divergência na Primeira Turma do STF, onde ele argumentou que não existem provas suficientes para comprovar que Jair Bolsonaro liderou uma trama golpista. Os ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino votaram a favor da condenação, resultando no placar atual de 2 a 1.

A ação penal em questão investiga a suposta participação de Bolsonaro em um esquema que visava desestabilizar a democracia brasileira. O julgamento continua, e a expectativa é que novos desdobramentos ocorram nas próximas sessões.

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