- Policiais militares prenderam Kauan Alison dos Santos, de 20 anos, na madrugada de 11 de outubro, em Jardim Ângela, São Paulo.
- Ele é suspeito de ter baleado o cabo Johannes Kennedy Santana Lino durante uma abordagem em Paraisópolis, ocorrida em 7 de agosto.
- O cabo foi atingido no pescoço enquanto tentava imobilizar Kauan, que estava foragido.
- Após o incidente, o cabo recebeu atendimento no Hospital das Clínicas e teve alta dias depois.
- O secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite, elogiou a ação policial e afirmou que espera que Kauan “pague pelo crime”.
Policiais militares prenderam, na madrugada de 11 de outubro, Kauan Alison dos Santos, de 20 anos, suspeito de ter baleado o cabo Johannes Kennedy Santana Lino durante uma abordagem em Paraisópolis. O incidente ocorreu em 7 de agosto, quando o policial tentava imobilizar Kauan, que estava foragido.
A prisão aconteceu às 3h35 no Jardim Ângela, zona sul de São Paulo. A Secretaria da Segurança Pública informou que o caso está sendo registrado no 89º Distrito Policial. O secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite, parabenizou os policiais pela ação e expressou a expectativa de que Kauan “pague pelo crime”.
Após ser baleado, o cabo Johannes foi socorrido e levado ao Hospital das Clínicas, onde recebeu alta dias depois. Durante a abordagem, ele tentou imobilizar Kauan, que havia deixado uma moto caída e corrido. O policial, ao alcançá-lo, foi surpreendido por um disparo que o atingiu no pescoço.
Gabriel dos Santos, outro envolvido no caso, também foi mencionado pelo secretário, que destacou a preocupação com possíveis benefícios legais para ele, que já recebeu liberdade condicional. O cabo Johannes relatou que, enquanto tentava prender Kauan, moradores da área atiravam pedras contra ele, dificultando a ação policial.
A prisão de Kauan representa um desdobramento importante no caso, que gerou grande repercussão e levantou discussões sobre a segurança pública na região.
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