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Ex-assessor de Trump apoia Bolsonaro e critica decisão de Moraes

Jason Miller defende Jair Bolsonaro após condenação a 27 anos e 3 meses, criticando o STF e prometendo responsabilizar juízes envolvidos

Jason Miller, ex-assessor de Trump, oferece apoio a Bolsonaro após condenação (Foto: Reprodução)
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  • O ex-presidente Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) por sua participação em uma trama golpista.
  • A decisão foi anunciada em 11 de setembro de 2025.
  • Jason Miller, ex-assessor de Donald Trump, defendeu Bolsonaro e criticou o ministro Alexandre de Moraes, chamando o veredito de “politicamente orquestrado”.
  • Miller prometeu responsabilizar os juízes envolvidos e afirmou que a luta para libertar Bolsonaro está apenas começando.
  • A condenação ocorre em meio a investigações e controvérsias sobre a gestão de Bolsonaro e suas ações após as eleições de 2022.

O ex-presidente Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) por sua participação em uma trama golpista. A decisão, anunciada nesta quinta-feira, 11, gerou reações imediatas, incluindo a defesa de Bolsonaro por Jason Miller, ex-assessor de Donald Trump.

Miller utilizou seu perfil na rede social X (antigo Twitter) para criticar o ministro Alexandre de Moraes, afirmando que o veredito foi “politicamente orquestrado” e uma vergonha para a democracia. Ele prometeu que os juízes responsáveis pela condenação seriam responsabilizados por suas ações, que considera antidemocráticas.

Em outra publicação, Miller declarou que “salvará a democracia brasileira” e que a luta para libertar Bolsonaro está apenas começando. Ele enfatizou que a batalha contra o que chamou de “guerra jurídica” será vencida, prometendo apoio contínuo ao ex-presidente e ao povo brasileiro.

A condenação de Bolsonaro se insere em um contexto de investigações e controvérsias que marcam sua gestão e ações após as eleições de 2022. A defesa do ex-presidente e seus aliados têm buscado deslegitimar as decisões do STF, intensificando o debate sobre a independência do Judiciário no Brasil.

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