- Charlie Kirk, influenciador conservador e defensor da Segunda Emenda, foi assassinado em um evento na Utah Valley University, em Utah, no dia 10 de setembro.
- O jovem eletricista Boeden Seitzinger, que estava presente, descreveu a cena como aterrorizante, relatando que viu sangue jorrando da artéria carótida de Kirk.
- Seitzinger, que participou de uma vigília em homenagem a Kirk, se opõe a mudanças nas leis de controle de armas, afirmando que as pessoas sempre encontrarão maneiras de obter armas.
- O suposto assassino de Kirk foi preso, mas as autoridades não esclareceram como o fuzil encontrado nas proximidades foi adquirido.
- Em Utah, as leis sobre porte de armas são permissivas, permitindo que adultos portem armas sem permissão.
Charlie Kirk, influenciador conservador e defensor da Segunda Emenda, foi assassinado em um evento na Utah Valley University, em Utah, no dia 10 de setembro. O jovem eletricista Boeden Seitzinger, que estava presente, descreveu a cena como aterrorizante, relatando que viu sangue jorrando da artéria carótida de Kirk. Seitzinger, que usava um boné com a frase “Make America Great Again”, participou de uma vigília em homenagem ao ativista, expressando seu trauma pela experiência.
Apesar da tragédia, Seitzinger se opõe a mudanças nas leis de controle de armas. Ele acredita que “quando se quer, se pode” e que as pessoas sempre encontrarão maneiras de obter armas, independentemente das restrições. O suposto assassino de Kirk foi preso, mas as autoridades ainda não esclareceram como o fuzil encontrado nas proximidades foi adquirido. Utah é conhecido por suas leis permissivas em relação ao porte de armas, permitindo que adultos portem armas sem permissão.
Kirk, que era um fervoroso defensor da Segunda Emenda, costumava afirmar que algumas mortes eram um preço a pagar pela proteção dos direitos garantidos pela Constituição. Nos Estados Unidos, a violência armada é um problema recorrente, com mais de 16 mil mortes registradas em 2024, excluindo suicídios, segundo a ONG Gun Violence Archive.
Durante a vigília, Reed Fansworth, de 73 anos, comentou que a presença de armas trazia uma sensação de segurança. Ele e outros participantes acreditam que a morte de Kirk não mudará a situação em Utah, onde a cultura armamentista é forte. Leah Marett, estudante de 25 anos, expressou sua preocupação com a “discrepância” entre a necessidade de controle de armas e a realidade de que muitos não entregariam suas armas, deixando os inocentes vulneráveis.
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