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Grupo armado ataca salão de sinuca e deixa sete mortos no Equador

Ataque em salão de sinuca em Santo Domingo resulta em sete mortos e quatro feridos, intensificando a violência entre gangues no Equador

Grupo armado invade salão de sinuca e mata sete pessoas no Equador (Foto: Reprodução)
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  • Um ataque armado em um salão de sinuca em Santo Domingo, no Oeste do Equador, deixou sete mortos e quatro feridos na noite de sexta-feira.
  • A polícia classificou a ação como “seletiva”, relacionada a uma disputa entre gangues por controle territorial.
  • Este é o quarto ataque desse tipo nas últimas semanas, refletindo a crescente violência do crime organizado no país.
  • Imagens nas redes sociais mostram homens encapuzados disparando contra os frequentadores.
  • Apesar das operações de segurança e estados de exceção, o Equador registrou mais de 4,6 mil homicídios no primeiro semestre de 2023, um aumento de 47% em relação ao ano anterior.

Um ataque armado em um salão de sinuca em Santo Domingo, no Oeste do Equador, resultou em sete mortos e quatro feridos na noite de sexta-feira. A polícia local classificou a ação como “seletiva”, atribuída a uma gangue em disputa por controle territorial. O incidente é o quarto desse tipo nas últimas semanas, refletindo a crescente violência relacionada ao crime organizado no país.

Imagens divulgadas nas redes sociais mostram homens encapuzados disparando contra os frequentadores do local. O ataque ocorreu a cerca de 160 km da capital, Quito, em uma região que se tornou um ponto estratégico para o tráfico de cocaína, com conexões a cartéis mexicanos e colombianos. A coronel da polícia Beatriz Benavides afirmou que a ação é parte de uma luta pelo domínio entre grupos criminosos.

A polícia também informou que uma caminhonete utilizada pelos atacantes foi incendiada e abandonada. Uma recompensa foi oferecida para ajudar na captura dos responsáveis. Em agosto, um ataque semelhante na mesma cidade deixou sete mortos, e as autoridades investigam possíveis ligações entre os dois eventos.

Apesar das operações de segurança e dos estados de exceção decretados pelo presidente Daniel Noboa, o Equador registrou mais de 4,6 mil homicídios no primeiro semestre de 2023, um aumento de 47% em relação ao mesmo período do ano anterior. Noboa defende uma política rigorosa contra o crime, destacando a captura e extradição de Fito, líder da principal gangue do país, como um de seus principais feitos.

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