- O conflito árabe-israelense se intensifica com ofensivas militares de Israel em Gaza desde os ataques do Hamas em 7 de outubro de 2023.
- O exército israelense ocupou a casa do cineasta palestino Basel Adra, após ataques de colonos em sua aldeia, Al Tuwani, na Cisjordânia.
- No dia 13 de setembro de 2025, pelo menos 66 palestinos foram mortos em Gaza, com a maioria das vítimas em hospitais superlotados.
- Mais de 250.000 pessoas foram deslocadas de suas casas em Gaza devido aos bombardeios e ordens de evacuação forçada.
- A Organização Mundial da Saúde expressou preocupação com a falta de países dispostos a receber pacientes evacuados de Gaza.
O conflito árabe-israelense continua a se intensificar, com Israel realizando ofensivas militares em Gaza desde os ataques do Hamas em 7 de outubro de 2023. A situação se agravou nas últimas horas, com o exército israelense ocupando a casa do cineasta palestino Basel Adra, vencedor do Oscar pelo documentário *No Other Land*. A ocupação ocorreu após ataques de colonos em sua aldeia, Al Tuwani, na Cisjordânia.
Neste sábado, 13 de setembro de 2025, pelo menos 66 palestinos foram mortos em Gaza, com a maioria das vítimas registradas em hospitais da capital, onde a situação se torna cada vez mais crítica. O hospital Al Shifa, o maior da região, já não consegue atender a todos os feridos devido à superlotação e à escassez de medicamentos. Desde o início da ofensiva, mais de 64.750 palestinos perderam a vida, segundo dados do Ministério da Saúde de Gaza.
A ONU relatou que mais de 250.000 pessoas foram deslocadas de suas casas em Gaza, fugindo dos bombardeios e das ordens de evacuação forçada. A pressão sobre a população civil aumenta, com muitos enfrentando dificuldades para encontrar abrigo e alimentos. O exército israelense intensificou os ataques, derrubando edifícios residenciais e causando destruição em larga escala.
Além disso, a Organização Mundial da Saúde (OMS) expressou preocupação com a falta de países dispostos a receber pacientes evacuados de Gaza. O diretor da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, destacou a urgência da situação e pediu a Israel que permita o tratamento de feridos em outras regiões, como a Cisjordânia e Jerusalém Oriental.
A escalada do conflito também reavivou tensões entre Israel e Egito, que observa com preocupação a movimentação de civis em direção ao sul da Faixa de Gaza. O Cairo tem reforçado sua presença militar na fronteira, enquanto ambos os países trocam acusações sobre a situação humanitária na região.
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