- O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) criticou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e se alinhou a partidos nacionalistas europeus.
- Ele anunciou uma viagem à Europa para denunciar Moraes, destacando apoio ao partido espanhol Vox e ao polonês Lei e Justiça.
- Eduardo e o empresário Paulo Figueiredo planejam apresentar alegações sobre Moraes, especialmente após a aplicação da Lei Magnitsky, que resultou em sanções contra o ministro.
- Um grupo de dezesseis parlamentares europeus já pediu sanções contra Moraes, acusando-o de abusar do sistema judiciário e violar direitos humanos.
- Os eurodeputados afirmam que a União Europeia deve agir contra as ações do ministro, que consideram autoritárias.
O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) intensificou suas críticas ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, ao se alinhar com partidos nacionalistas europeus. Em postagens recentes, ele expressou apoio ao partido espanhol Vox e ao polonês Lei e Justiça, destacando sua próxima viagem à Europa para denunciar o que considera abusos de poder do ministro.
Eduardo e o empresário Paulo Figueiredo planejam apresentar suas alegações sobre Moraes, especialmente após a aplicação da Lei Magnitsky, que resultou em sanções contra o ministro e a suspensão de vistos a autoridades brasileiras. Em suas mensagens, Eduardo parabenizou o eurodeputado Dominik Tarczynski, conhecido por suas posições conservadoras, e afirmou que a luta pela liberdade deve continuar. “Nenhum ditador ficará impune, nós venceremos”, declarou.
Apoio Internacional
A articulação de Eduardo na Europa envolve deputados conservadores de diversos países, incluindo Finlândia, Portugal, França, Grécia, além de Polônia e Espanha. Um grupo de dezesseis parlamentares já assinou um pedido de sanções contra Moraes, alegando que ele utiliza o sistema judiciário como uma arma contra opositores políticos e viola direitos humanos.
Os eurodeputados, incluindo Tarczynski, enfatizam que a União Europeia não pode permanecer inerte enquanto Moraes continua suas ações consideradas autoritárias. Em uma carta, eles afirmam que o ministro “viola descaradamente os direitos humanos”, pedindo uma resposta contundente da UE.
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