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Niterói registra aumento de tiroteios e queda na letalidade em 2025

Niterói registra queda nos tiroteios em agosto, mas violência armada continua a ser um desafio significativo para a segurança pública na região

Tiroteio em Nova Brasília, Niterói, entre policiais e traficantes em agosto (Foto: Reprodução)
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  • Niterói registrou seis tiroteios em agosto de 2025, uma queda em relação aos nove incidentes de julho.
  • Não houve mortes, mas três pessoas ficaram feridas. Os tiroteios ocorreram em bairros como Favela Nova Brasília e orla de Camboinhas.
  • Até agosto, a cidade contabilizou 57 tiroteios no ano, resultando em 17 mortes e 27 feridos. Em 2024, no mesmo período, foram 43 tiroteios e 30 mortos.
  • A prefeitura atribui a redução da letalidade ao Plano Pacto Niterói contra a Violência, que inclui ações de monitoramento.
  • Apesar da queda nos números, a violência armada continua sendo um desafio significativo para a segurança pública na região.

Niterói registrou seis tiroteios em agosto de 2025, uma redução em relação ao mês anterior, que teve nove incidentes. Apesar de não haver mortes, três pessoas ficaram feridas. Os tiroteios ocorreram em diversos bairros, incluindo a Favela Nova Brasília e a orla de Camboinhas. O Instituto Fogo Cruzado destaca que a cidade está entre os municípios com mais trocas de tiros no estado, atrás apenas do Rio de Janeiro e São Gonçalo.

Os dados de violência armada em Niterói mostram que, até agosto, foram contabilizados 57 tiroteios no ano, resultando em 17 mortes e 27 feridos. Em comparação, no mesmo período de 2024, foram 43 tiroteios, com 30 mortos. Os bairros mais afetados em 2025 foram São Lourenço, Fonseca e Engenhoca. A letalidade foi maior em São Lourenço e Viradouro, ambos com três mortes.

Ações Policiais e Resultados

A prefeitura atribui a redução da letalidade ao Plano Pacto Niterói contra a Violência, que inclui ações de inteligência e monitoramento. Em agosto, não houve registros de homicídios ou mortes violentas na cidade. No entanto, em setembro, um tiroteio resultou na morte de um homem em Várzea das Moças, levantando preocupações sobre a segurança.

As operações policiais são responsáveis por quase metade das vítimas de tiroteios na Região Metropolitana, que registrou 228 tiroteios em agosto, com 59 mortos e 50 feridos. O coordenador regional do Fogo Cruzado, Carlos Nhanga, alerta que, apesar da queda nos números, as operações ainda expõem a população a altos níveis de letalidade.

Os dados indicam que, mesmo com a redução de tiroteios, a violência armada continua a ser um desafio significativo para a segurança pública em Niterói e na região.

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