- Tyler Robinson, de 22 anos, é suspeito do assassinato do ativista conservador Charlie Kirk na Utah Valley University.
- O FBI iniciou uma investigação após encontrar vestígios de DNA de Robinson na cena do crime.
- Robinson confessou o crime a amigos em um chat no Discord e foi preso após uma perseguição de 33 horas.
- Um bilhete com sua intenção de matar Kirk foi encontrado, contendo a frase: “Tenho a oportunidade de eliminar Charlie Kirk, e vou aproveitá-la”.
- O caso levanta preocupações sobre a violência política nos Estados Unidos, com Robinson tendo uma ideologia política considerada de esquerda.
Tyler Robinson, de 22 anos, é o principal suspeito do assassinato do ativista conservador Charlie Kirk, ocorrido na Utah Valley University. O crime gerou uma intensa investigação do FBI, que encontrou vestígios de DNA de Robinson na cena do crime. Ele foi preso após uma perseguição de 33 horas, após confessar o ato a amigos em um chat no Discord.
Em mensagens enviadas na noite de quinta-feira (11), Robinson admitiu: “Fui eu ontem na UVU”. Essa confissão foi compartilhada em um grupo privado, duas horas antes de sua entrega às autoridades. O Discord colaborou com a investigação, fornecendo informações sobre as atividades do suspeito na plataforma. O governador de Utah, Spencer Cox, confirmou que Robinson enviou mensagens detalhando a compra de uma arma.
As evidências forenses ligam Robinson ao crime, incluindo uma toalha que envolvia o rifle usado e um bilhete que expressava sua intenção de matar Kirk. O diretor do FBI, Kash Patel, revelou que o bilhete, mesmo danificado, continha a frase: “Tenho a oportunidade de eliminar Charlie Kirk, e vou aproveitá-la”. Robinson foi detido na quinta-feira (11) e pode enfrentar acusações de homicídio doloso.
A Turning Point USA, organização cofundada por Kirk, expressou indignação com o assassinato. O caso levanta questões sobre a violência política nos Estados Unidos, especialmente em um clima de crescente polarização. As autoridades continuam a investigar as motivações de Robinson, que, segundo Cox, tinha uma ideologia política considerada de esquerda, apesar de registros indicarem que ele era um eleitor não partidário.
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