- A vereadora de São Paulo, Amanda Paschoal, protocolou uma denúncia no Ministério Público sobre um suposto caso de “funcionária fantasma” na Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania.
- A denúncia envolve a coordenadora Maria Luiza Rodrigues Quirino, que não compareceu ao trabalho desde maio, mas continuou recebendo salários.
- Maria Luiza foi nomeada em 24 de março e seu cargo foi ocupado por Adalberto de Almeida Santos, que não foi formalmente nomeado.
- A Secretaria afirmou que Maria Luiza “presta serviços normalmente a pessoas em situação de vulnerabilidade social”, mas não esclareceu a situação de Adalberto.
- Amanda Paschoal criticou a gestão da secretaria, destacando que mais de noventa mil pessoas vivem nas ruas de São Paulo e exigiu a devolução dos salários pagos a Maria Luiza e a responsabilização dos envolvidos.
A vereadora de São Paulo, Amanda Paschoal (PSOL), protocolou uma denúncia no Ministério Público nesta segunda-feira, 15, sobre um suposto caso de “funcionária fantasma” na Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania, sob a liderança de Ricardo Nunes (MDB). A denúncia envolve a coordenadora Maria Luiza Rodrigues Quirino, que, segundo Paschoal, não compareceu ao trabalho desde maio, mas continuou a receber salários.
De acordo com a vereadora, Maria Luiza foi nomeada para o cargo em 24 de março e, após sua ausência, o cargo foi ocupado por Adalberto de Almeida Santos, que, no entanto, não foi formalmente nomeado. A Secretaria, em nota, afirmou que a servidora “presta serviços normalmente a pessoas em situação de vulnerabilidade social”, mas não esclareceu a situação de Adalberto.
Críticas à Gestão
Amanda Paschoal criticou a gestão da secretaria, afirmando que mais de 90 mil pessoas vivem nas ruas de São Paulo e que a política pública para essa população está abandonada. A vereadora destacou que cargos estratégicos estão sendo utilizados para apadrinhamento e corrupção, exigindo a devolução dos salários pagos a Maria Luiza e a responsabilização dos envolvidos.
A secretária de Direitos Humanos, Regina Célia da Silveira Santana, teria conhecimento da situação, conforme mencionado por Paschoal. A denúncia levanta questões sobre a transparência e a eficácia da gestão pública em relação às políticas para a população em situação de rua na capital paulista.
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