- O projeto de lei que anistia os envolvidos nos eventos de 8 de janeiro enfrenta resistência.
- O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, se reuniu com os ministros do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin e Alexandre de Moraes, para discutir a proposta, considerada inconstitucional.
- A reunião ocorreu no Palácio do Planalto, um dia antes da votação da urgência do projeto na Câmara, marcada para esta quarta-feira.
- O governo mobiliza o Centrão para barrar a urgência da votação, buscando apoio para derrubar o requerimento.
- Fachin entregou a Lula o convite para sua posse como presidente do Supremo, que ocorrerá em 29 de outubro.
O projeto de lei que propõe a anistia aos envolvidos nos eventos de 8 de janeiro, beneficiando o ex-presidente Jair Bolsonaro, enfrenta forte resistência. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu com os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin e Alexandre de Moraes, para discutir a proposta, considerada inconstitucional. O encontro ocorreu no Palácio do Planalto na tarde de terça-feira, um dia antes da votação da urgência do projeto na Câmara, marcada para esta quarta-feira.
Durante a reunião, Fachin entregou a Lula o convite para sua posse como presidente do STF, que ocorrerá no dia 29 de outubro. A anistia, que visa isentar os responsáveis pela tentativa de golpe, foi classificada como uma afronta ao Judiciário. O governo está mobilizando o Centrão para barrar a urgência da votação, buscando apoio para derrubar o requerimento.
A articulação política do governo é intensa, com ministros do Centrão sendo acionados para garantir que suas bancadas votem contra a urgência do projeto. Lula, Fachin e Moraes posaram para uma foto em frente ao relógio de Balthazar Baltimore, uma relíquia danificada durante os ataques de janeiro, simbolizando a recuperação e a resistência do governo frente a essa nova crise política.
Entre na conversa da comunidade