- O ministro israelense de Finanças, Bezalel Smotrich, anunciou negociações com os Estados Unidos sobre a divisão da Faixa de Gaza após o conflito com o Hamas.
- Smotrich destacou a necessidade de reconstruir a região e mencionou a relocalização de gazatíes.
- O plano inclui transformar Gaza em um centro turístico e financeiro, uma ideia já proposta anteriormente por Donald Trump.
- O governo israelense está oferecendo R$ 5 mil a gazatíes que aceitarem deixar a região, além de subsídios para aluguel em novos países.
- Países como Etiópia, Indonésia, Líbia, Uganda e Somalilandia foram citados como possíveis destinos, mas nenhum se comprometeu até o momento.
O ministro israelense de Finanças, Bezalel Smotrich, anunciou que está em negociações com os Estados Unidos para discutir a divisão do território da Faixa de Gaza após o conflito com o Hamas. Durante uma conferência em Tel Aviv, Smotrich afirmou que “temos que ver como nos repartimos a terra em porcentagens”, destacando a necessidade de reconstruir a região.
O plano inclui a relocalização de gazatíes, com a proposta de transformar Gaza em um centro turístico e financeiro. Essa ideia já foi mencionada anteriormente pelo ex-presidente dos EUA, Donald Trump, que sugeriu a criação de uma “riviera do Oriente Médio”. A administração Trump estaria considerando a possibilidade de tornar Gaza uma zona ocupada pelos EUA por até uma década, visando deslocar parte da população local.
De acordo com informações, o governo israelense estaria oferecendo 5.000 dólares a gazatíes que aceitassem deixar a região, além de subsídios para aluguel em novos países de acolhimento. O primeiro-ministro israelense, Benjamín Netanyahu, teria solicitado ao Mossad que identificasse países dispostos a receber um grande número de palestinos.
Recentemente, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, visitou Israel, o que pode impulsionar o projeto de realocação. Apesar das discussões, nenhum país até agora se comprometeu a aceitar os gazatíes, que estão sendo considerados para migração voluntária ou deportação. Entre os destinos possíveis mencionados estão Etiópia, Indonésia, Líbia, Uganda e Somalilandia.
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