- O ministro dos Transportes, Renan Filho, defendeu que o Movimento Democrático Brasileiro (MDB) se posicione contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Blindagem.
- A PEC, que protege parlamentares de processos no Supremo Tribunal Federal (STF), foi aprovada pela Câmara dos Deputados e agora está no Senado.
- Renan Filho classificou a proposta como “inadequada, inoportuna e imoral” e mencionou que é chamada de “PEC da Bandidagem”.
- Ele destacou a necessidade de 49 votos para a aprovação da emenda e pediu mobilização do MDB, que possui 12 senadores.
- O ministro alertou que a aprovação da PEC seria um retrocesso que blinda políticos e ameaça a democracia.
O ministro dos Transportes, Renan Filho, defendeu nesta quinta-feira (18) que o MDB deve se posicionar contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Blindagem, que visa proteger parlamentares de processos no Supremo Tribunal Federal (STF). A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados no dia anterior e agora aguarda análise no Senado, onde começará a tramitação na Comissão de Constituição e Justiça.
Renan Filho, que é filho do senador Renan Calheiros (MDB-AL), classificou a PEC como “inadequada, inoportuna e imoral”. Em suas redes sociais, ele afirmou que a proposta é frequentemente chamada de “PEC da Bandidagem” e ressaltou que o MDB em Alagoas já alertou deputados que votaram a favor do texto.
Mobilização do MDB
O ministro enfatizou a importância de o MDB fechar questão contra a PEC no Senado. Ele destacou que 49 votos são necessários para a aprovação de uma emenda constitucional em dois turnos de votação. Com a bancada do partido contando atualmente com 12 senadores, Renan Filho acredita que um posicionamento contrário aumentaria significativamente as chances de derrubar a proposta.
Ele também alertou que a aprovação da PEC representaria um retrocesso que blinda políticos e ameaça a democracia. O ministro concluiu que é crucial que nenhum senador do MDB apoie a proposta, reforçando a necessidade de uma mobilização efetiva dentro do partido.
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