- O deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP) foi escolhido relator do projeto de anistia para os atos de 8 de janeiro.
- A proposta de anistia ampla foi descartada, focando agora na redução de penas.
- A votação está prevista para a próxima semana, com o objetivo de pacificar o país.
- Paulinho buscará consenso entre as bancadas e dialogará com governadores e líderes de partidos.
- Ele afirmou que não há possibilidade de anistia irrestrita e que o projeto deve ser elaborado em até duas semanas.
O deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP) foi designado relator do projeto de anistia para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro. A proposta inicial de uma anistia ampla foi descartada, e o foco agora é a redução de penas. A votação está agendada para a próxima semana.
Em entrevista, Paulinho destacou que o texto buscará um consenso entre as bancadas, evitando polarizações. Ele planeja dialogar com governadores, incluindo o de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e líderes de diferentes partidos. O objetivo é construir um projeto que atenda tanto à direita quanto à esquerda, promovendo a pacificação do país.
O relator enfatizou que “ninguém mais aguenta a polarização” e que a proposta deve ser elaborada em até duas semanas. Paulinho também mencionou a importância de manter um bom relacionamento com o Supremo Tribunal Federal (STF), afirmando que não deseja desagradar a corte. Ele acredita que a articulação com o STF será fundamental para o sucesso da proposta.
Além disso, Paulinho garantiu que o risco de o projeto não ser votado é “zero” e que a matéria será discutida em breve na Câmara. As negociações visam evitar uma anistia irrestrita, com o relator afirmando que “não há a possibilidade de se anistiar a todos”. O foco será um texto que busque o apoio da maioria, refletindo a necessidade de um ambiente político mais harmonioso.
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