- O procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab, pediu à Organização das Nações Unidas (ONU) uma investigação sobre os Estados Unidos, acusando-os de “crimes contra a Humanidade” no Caribe.
- O pedido ocorreu após ataques a lanchas, que os EUA alegam estarem ligadas ao tráfico de drogas. Saab destacou que o uso de mísseis contra “pescadores indefesos” deve ser analisado.
- O ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Yván Gil, solicitou ao Conselho de Segurança da ONU a cessação imediata das ações militares americanas, denunciando “assassinatos extrajudiciais”.
- As tensões aumentaram desde o deslocamento de forças navais dos EUA para o Caribe, com a Venezuela acusando o presidente Nicolás Maduro de liderar uma organização criminosa.
- O governo venezuelano colocou suas Forças Armadas em estado de alerta e convocou milícias, realizando exercícios em mais de 300 quartéis para se preparar para possíveis confrontos.
O procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab, solicitou à ONU uma investigação sobre os Estados Unidos, acusando-os de cometer “crimes contra a Humanidade” no Caribe. O pedido surge após ataques a lanchas, que, segundo Washington, estariam envolvidas no tráfico de drogas. Saab afirmou que o uso de mísseis contra “pescadores indefesos” deve ser analisado pela comunidade internacional.
O ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Yván Gil, também se manifestou, pedindo ao Conselho de Segurança da ONU que exija a cessação imediata das ações militares americanas na região. Ele denunciou que as operações resultaram em “assassinatos extrajudiciais” e que a soberania da Venezuela e do Caribe deve ser respeitada.
As tensões entre os dois países aumentaram desde que o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou o deslocamento de forças navais para o Caribe, alegando combate ao tráfico de drogas. A Venezuela, por sua vez, enfrenta acusações de que seu presidente, Nicolás Maduro, lidera uma organização criminosa conhecida como Cartel dos Sóis. Em resposta, o governo venezuelano colocou suas Forças Armadas em estado de alerta e convocou milícias voluntárias, atraindo milhões de cidadãos.
Nos últimos dias, a Venezuela realizou exercícios de treinamento em mais de 300 quartéis, preparando suas tropas para possíveis confrontos. O clima de incerteza e hostilidade entre os dois países levanta preocupações sobre a segurança regional e as consequências de uma escalada militar.
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