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STF define data para julgamento do ‘núcleo quatro’ da tentativa de golpe em outubro

Sete réus são acusados de disseminar desinformação sobre o processo eleitoral; julgamento ocorrerá entre 14 e 22 de outubro.

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) realiza julgamento sobre a trama golpista (Foto: Reprodução)
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  • A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) agendou o julgamento do núcleo quatro da trama golpista para outubro.
  • As sessões ocorrerão entre os dias 14 e 22, totalizando seis encontros.
  • Sete réus são acusados de disseminar desinformação e enfrentam cinco crimes, conforme a Procuradoria-Geral da República (PGR).
  • Entre os réus estão um ex-major do Exército, um sargento, um policial federal, um coronel, um tenente-coronel, um major da reserva e um engenheiro.
  • O procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou que os réus propagaram notícias falsas sobre o processo eleitoral e atacaram instituições e autoridades.

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) agendou para outubro o julgamento do núcleo quatro da trama golpista, que envolve sete réus acusados de disseminar desinformação. As sessões estão marcadas entre os dias 14 e 22 de outubro, totalizando seis encontros.

Os réus enfrentam acusações de cinco crimes, conforme solicitado pela Procuradoria-Geral da República (PGR). As defesas, por sua vez, buscam a absolvição dos acusados. Entre os réus estão o ex-major do Exército Ailton Barros, o sargento Giancarlo Rodrigues, o policial federal Marcelo Bormevet, o coronel Reginaldo Vieira de Abreu, o tenente-coronel Guilherme Marques Almeida, o major da reserva Angelo Denicoli e o engenheiro Carlos Rocha.

Recentemente, a Primeira Turma concluiu o julgamento do “núcleo crucial”, resultando na condenação de oito réus, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro, que recebeu uma pena de 27 anos e três meses de prisão. Além do núcleo quatro, outros dois núcleos ainda aguardam julgamento até o final do ano.

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, destacou que os membros do núcleo quatro “propagaram notícias falsas sobre o processo eleitoral e realizaram ataques virtuais a instituições e autoridades que ameaçavam os interesses do grupo”. O desdobramento desse caso é considerado um marco importante na luta contra a desinformação no Brasil.

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