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Rejeição dos evangélicos ao governo Lula atinge 63%

Quaest: evangélicos 63% rejeitam Lula, 34% aprovam; governo tem 48% de aprovação e 49% de desaprovação, com queda no Norte/Centro-Oeste e melhora no Nordeste, IR até R$ 5 mil e ligação com Trump citados

Lula segue atento aos números das pesquisas de olho nas eleições presidenciais de 2026. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
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  • Nova pesquisa da Quaest, divulgada em 8 de outubro, mostra 63% dos evangélicos rejeitam o governo de Lula e 34% aprovam; aprovação geral em 48%, desaprovação em 49%.
  • A comparação com o mês anterior aponta queda da confiança entre evangélicos: 63% de rejeição e 34% de apoio.
  • Nordeste apresenta maior aprovação, com 62%, enquanto Norte/Centro-Oeste registra aumento da rejeição de 52% para 55%.
  • Entre católicos, aprovação chega a 54% e desaprovação, 44%.
  • Fatores citados como influentes: isenção do Imposto de Renda para rendimentos até R$ 5 mil e contato recente com o ex-presidente Donald Trump; entre eleitores com renda familiar superior a cinco salários mínimos, aprovação sobe de 37% para 45% e desaprovação cai de 60% para 52%. No Sudeste, desaprovação permanece alta (52%), com 44% de aprovação.

Nova pesquisa da Quaest, divulgada em 8 de outubro, revela que 63% dos evangélicos rejeitam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, um aumento em relação aos 61% registrados no mês anterior. Apenas 34% dos evangélicos afirmam apoiar a atual gestão. No cenário geral, a aprovação do governo alcançou 48%, enquanto a desaprovação se manteve em 49%, mostrando um desempenho estabilizado.

A pesquisa também aponta diferenças regionais significativas. No Nordeste, a aprovação do governo é maior, com 62% dos entrevistados a favor, enquanto no Norte/Centro-Oeste, a rejeição cresceu de 52% para 55%. Entre os católicos, a aprovação aumentou para 54%, com 44% desaprovando a gestão.

Fatores como a isenção do Imposto de Renda para rendimentos até R$ 5 mil e um contato recente com o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, foram citados como influências positivas na avaliação do governo. A pesquisa, realizada entre 2 e 5 de outubro, incluiu 2.004 entrevistas e tem margem de erro de dois pontos percentuais.

Além disso, a aprovação entre eleitores com renda familiar superior a cinco salários mínimos subiu de 37% para 45%, enquanto a desaprovação caiu de 60% para 52%. No Sudeste, a desaprovação ainda é alta, mas houve leve melhora: 52% desaprovam e 44% aprovam, em comparação a 55% e 41% em setembro.

A análise desses dados sugere que, apesar da crescente rejeição entre os evangélicos, o governo Lula está conseguindo estabilizar sua aprovação em outros segmentos da população.

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