- Celso Sabino pode se filiar ao PSB se a expulsão do União Brasil se confirmar; o Conselho de Ética tem 60 dias para avaliar o processo.
- Lula sugeriu PSB ou PDT como alternativas para manter o ministro na Esplanada, preservando o diálogo com o Centrão.
- Sabino continua à frente da pasta e planeja participar da COP30, em novembro, em Belém, aumentando a visibilidade no Pará.
- A aproximação com o PSB pode fortalecer a interlocução com o governo e a base eleitoral no Pará, onde pretende disputar o Senado em 2026.
O ministro do Turismo, Celso Sabino, pode se filiar ao PSB caso sua expulsão do União Brasil se confirme. O Conselho de Ética da sigla tem 60 dias para avaliar o processo iniciado pela Executiva Nacional. Sabino busca garantir sua continuidade na Esplanada, mantendo diálogo com o Centrão.
Enquanto a situação se desenrola, Sabino permanece à frente da pasta e planeja participar da COP30, que ocorrerá em novembro em Belém, aumentando sua visibilidade no Pará. Informações de bastidores indicam que o presidente Lula (PT) teria sugerido o PSB ou o PDT como alternativas para manter o ministro na Esplanada. Essa estratégia visa preservar aliados do Centrão e garantir diálogo no Congresso.
Alianças Estratégicas
O PSB se estabelece como uma ponte entre o centro e a centro-esquerda, atraindo congressistas que se sentem deslocados por partidos do Centrão ou da direita. O partido conta com figuras como o vice-presidente Geraldo Alckmin, que deixou o PSDB após mais de 30 anos para compor a chapa com Lula em 2022.
A eventual filiação ao PSB pode permitir que Sabino mantenha a interlocução com o governo e fortaleça sua base eleitoral no Pará, onde planeja disputar o Senado em 2026. A movimentação política em torno de Sabino reflete a busca do governo por uma base sólida e a importância de alianças estratégicas em tempos de instabilidade.
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