- O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), criticou a possibilidade de cortar até 10 bilhões de reais em emendas parlamentares, chamando de chantagem e dizendo que levará a reclamação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, defendendo o uso das emendas conforme as regras aprovadas pelo Congresso.
- A derrubada da Medida Provisória 1303 deixou faltar receita e criou a necessidade de compensações para manter o orçamento de 2025 e abrir espaço para 2026.
- O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que há uma regra fiscal votada para orientar ajustes, incluindo emendas, e rejeitou cortes bruscos.
- O governo busca alternativas para recompor a arrecadação e evitar impactos na população, ressaltando que a compensação pode ocorrer por meio da regra fiscal e de medidas que preservem a receita sem prejudicar serviços.
- Fontes ouvidas indicam conversas sobre novas fontes de receita e reforço de outros instrumentos para evitar o vácuo deixado pela MP 1303.
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), criticou a possibilidade de cortar até 10 bilhões de reais em emendas parlamentares, classificado como chantagem pelo congressista. Motta afirmou que levará a reclamação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e defendeu o uso das emendas como mecanismo de compensação dentro das regras aprovadas pelo próprio Congresso.
A derrubada da Medida Provisória 1303 deixou faltar receita e trouxe a necessidade de compensações para manter o orçamento de 2025 e abrir espaço para 2026. Depõe contra a ideia de ajustes bruscos o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que ressaltou a existência de uma regra fiscal já votada para orientar such ajustes, incluindo emendas.
Desdobramentos e alternativas fiscais
Hotta: o governo busca alternativas para recompor a arrecadação e evitar impactos na população. Haddad reiterou que a compensação pode ocorrer por meio da regra fiscal e de medidas que preservem a receita sem prejudicar serviços ao cidadão. Motta, por sua vez, sustenta que qualquer redução de emendas pode comprometer ações de estados e municípios, além de parte da gestão federal. O governo intensifica consultas para apontar caminhos que conciliem orçamento e programas sociais. Fontes ouvidas indicam que há conversas sobre novas fontes de receita e reforço de outros instrumentos para evitar o vácuo deixado pela MP 1303.
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