- O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu rescindir o contrato para a construção de uma sala VIP no aeroporto de Brasília, custeada com recursos públicos.
- A decisão foi unânime e anunciada pelo presidente do tribunal, Vieira de Mello Filho, que citou a necessidade de evitar riscos e manter a organização institucional.
- O projeto tinha custo estimado de R$ 1,5 milhão e previa 44 metros quadrados de área para atender 27 ministros, com transporte direto até os aviões e estrutura privativa.
- O TST também arcaria com aluguel mensal de R$ 30 mil e custos de rateio de R$ 2.639,70.
- A motivação foi a preocupação com a segurança dos ministros, destacando que o contato com pessoas mal-intencionadas ou inconvenientes no aeroporto representava risco; a rescisão foi apresentada como uma “página virada” e o foco passa a ser alternativas que garantam a segurança sem gastos elevados.
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu rescindir o contrato para a construção de uma sala VIP no aeroporto de Brasília, que seria custeada com recursos públicos. A decisão foi unânime e anunciada pelo presidente Vieira de Mello Filho, que destacou a importância de evitar riscos e manter a organização institucional.
O projeto, que tinha um custo estimado em R$ 1,5 milhão, visava criar um espaço exclusivo para os 27 ministros, com 44 metros quadrados de área, transporte direto até os aviões e estrutura privativa, incluindo copa e banheiros. O TST também iria arcar com um aluguel mensal de R$ 30 mil e custos adicionais de R$ 2.639,70 para rateio de despesas.
A medida foi motivada por preocupações com a segurança dos ministros. Em declarações à imprensa, o TST ressaltou que o contato com “indivíduos mal-intencionados ou inconvenientes” no aeroporto representava um risco significativo. A rescisão do contrato foi considerada uma “página virada” pelo presidente do tribunal, que reafirmou o compromisso com a segurança e a integridade das autoridades.
O TST ainda não se manifestou oficialmente sobre a decisão, mas a expectativa é que o foco agora esteja em alternativas que garantam a segurança dos ministros sem gerar gastos excessivos com estruturas exclusivas.
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