- Desembargador Júlio César Costa de Oliveira, do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES), suspendeu liminarmente a posse de três suplentes na Câmara da Serra, programada para 15 de outubro, após recurso da Procuradoria da Câmara.
- Os suplentes impedidos de tomar posse são Wilian da Elétrica (PDT), Thiago Peixoto (PSOL) e Marcelo Leal (MDB).
- A suspensão ocorre porque há recursos pendentes e questões processuais não resolvidas, mantendo a composição atual até o mérito do recurso ser julgado.
- A posse dos suplentes visava preencher vagas deixadas por três vereadores titulares afastados por decisão judicial, com entendimento inicial de posse imediata para o funcionamento da Câmara.
- O impasse político continua, sem posse até nova deliberação, o que pode impactar decisões e a dinâmica da Câmara da Serra nos próximos meses.
A disputa política na Câmara da Serra, Espírito Santo, ganhou um novo desdobramento. O desembargador Júlio César Costa de Oliveira, do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES), suspendeu, liminarmente, a posse de três suplentes de vereadores que estavam programados para assumir seus mandatos nesta quarta-feira, 15 de outubro. A decisão foi motivada por um recurso da Procuradoria da Câmara, que questionou a validade da convocação dos suplentes.
Com essa medida, Wilian da Elétrica (PDT), Thiago Peixoto (PSOL) e Marcelo Leal (MDB) permanecem impedidos de tomar posse até que o mérito do recurso seja julgado. A posse dos suplentes foi inicialmente prevista para preencher vagas deixadas por três vereadores titulares afastados por decisão judicial. O entendimento inicial era que as vagas deveriam ser ocupadas imediatamente para garantir o funcionamento da Casa.
Impasse Político
A Procuradoria da Câmara argumentou que existem recursos pendentes e questões processuais não resolvidas, tornando prematura a nomeação dos substitutos. O desembargador determinou a suspensão da cerimônia de posse até nova deliberação do Tribunal. Essa decisão é vista como um freio temporário no rearranjo político da Câmara da Serra, que vinha se alterando após o afastamento dos parlamentares investigados.
A indefinição prolonga o impasse e mantém a composição atual do Legislativo municipal em aberto. A situação gera expectativa e incerteza entre os envolvidos, enquanto a Câmara aguarda novas deliberações judiciais. A continuidade desse cenário poderá impactar as decisões e a dinâmica política local nos próximos meses.
Entre na conversa da comunidade