- Em 28 de agosto de 2025, o presidente assinou o Decreto 12.604/2025 formalizando a atuação de Rosângela Lula da Silva, Janja, dentro do Gabinete Pessoal e garantindo apoio oficial de servidores públicos; a medida altera atuação informal já conhecida, após polêmicas sobre uso de recursos públicos. A Advocacia-Geral da União havia reconhecido o simbolismo, mas vetado estruturas formais.
- A oposição reagiu com Projetos de Decreto Legislativo (PDLs) para tentar sustar o decreto, acusando o governo de criar um gabinete paralelo.
- Janja intensificou a agenda externa: em setembro, o governo afirmou que ela participaria de encontro com Donald Trump; acompanhou o presidente em viagem a Roma, encontrou-se com o papa e participou de eventos da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, além de representar o Brasil em Fórum Mundial da Alimentação.
- Em outubro, foi escolhida para representar o Brasil em seminário em Paris sobre transição energética, sendo descrita como enviada especial para mulheres na COP 30; o governo afirmou que a viagem não gerou custos públicos.
- No âmbito interno, Janja promoveu diálogos com evangélicos em Salvador para reduzir rejeição ao governo e defendeu a regulação das redes sociais, posicionando-se como voz influente nas políticas digitais do governo.
A primeira-dama Rosângela Lula da Silva, conhecida como Janja, tem visto seu papel no governo se expandir significativamente. Em 28 de agosto de 2025, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou o Decreto 12.604/2025, que formalizou sua posição dentro do Gabinete Pessoal, permitindo a ela o apoio oficial de servidores públicos. Essa mudança ocorreu após um período de atuação informal, marcada por polêmicas sobre o uso de recursos públicos.
A Advocacia-Geral da União (AGU) havia reconhecido o simbolismo da primeira-dama, mas vetado a criação de estruturas formais. No entanto, o novo decreto altera essa dinâmica, consolidando a equipe de Janja e ampliando suas funções. A oposição reagiu com Projetos de Decreto Legislativo (PDLs) para sustar a medida, acusando o governo de criar um gabinete paralelo.
Intensificação da Agenda Oficial
Com a formalização de seu papel, Janja intensificou sua agenda, tanto no Brasil quanto no exterior. Em setembro, o presidente Lula anunciou planos para que ela participe de um encontro com Donald Trump, destacando sua importância nas relações diplomáticas. Janja acompanhou Lula em uma viagem a Roma, onde se encontrou com o Papa e participou de eventos da FAO, e permaneceu na Itália para representar o Brasil em um Fórum Mundial da Alimentação.
Em outubro, Janja foi escolhida para representar o Brasil em um seminário em Paris sobre transição energética, sendo descrita como enviada especial para mulheres na COP 30. O governo afirmou que a viagem não gerou custos públicos.
Ações em Contexto Interno
Além de suas atividades internacionais, Janja tem buscado reduzir a rejeição ao governo Lula entre segmentos específicos, como os evangélicos. Em reuniões em Salvador, ela promoveu diálogos inter-religiosos, atuando como uma ponte entre o presidente e esses grupos. Em um contexto mais amplo, a primeira-dama também defendeu a urgência na regulação das redes sociais, posicionando-se como uma voz influente nas políticas digitais do governo.
Esse crescimento no poder e na influência de Janja da Silva marca uma nova fase na política brasileira, com implicações significativas tanto no cenário interno quanto nas relações internacionais do país.
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