- O ministro Alexandre de Moraes autorizou que Bolsonaro receba convidados para o aniversário de 15 anos de sua filha, neste sábado, 18 de outubro, em almoço familiar restrito ao círculo pessoal, entre 9h e 18h.
- Os convidados incluem a senadora Damares Alves e o maquiador Agustin Fernandez, próximo da família. A defesa afirma que a celebração não terá conotação pública ou política.
- Moraes determinou que todos os veículos dos convidados sejam revistados pela equipe de vigilância da residência.
- A autorização ocorre em meio a medidas restritivas mantidas contra o ex-presidente; na semana anterior, Moraes rejeitou pedido de liberação de visitas.
- Em setembro, a Primeira Turma do STF condenou Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão em regime domiciliar por suposta tentativa de golpe de Estado; o ex-presidente nega. A defesa chegou a pedir hospedagem de Agustin Fernandez entre 17 e 19 de outubro, mas a decisão não mencionou essa possibilidade.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, autorizou o ex-presidente Jair Bolsonaro a receber convidados para o aniversário de 15 anos de sua filha, Laura, neste sábado, 18 de outubro. A decisão, divulgada na sexta-feira (17), permite a realização de um almoço familiar, restrito ao círculo pessoal, entre 9h e 18h.
Os convidados incluem a senadora Damares Alves e o maquiador Agustin Fernandez, que é próximo da família. A defesa de Bolsonaro enfatizou que a celebração não terá conotação pública ou política. Moraes, no entanto, destacou que todos os veículos dos convidados devem ser revistados pela equipe de vigilância da residência.
Condições e Restrições
A autorização ocorre em meio a um contexto de medidas restritivas impostas ao ex-presidente. Na semana anterior, Moraes havia rejeitado um pedido de liberação de visitas e, em setembro, a Primeira Turma do STF condenou Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão em regime domiciliar por suposta tentativa de golpe de Estado, o que ele nega.
Embora a defesa tenha solicitado que Agustin Fernandez pudesse se hospedar na casa de Bolsonaro entre 17 e 19 de outubro, essa possibilidade não foi mencionada na decisão do ministro. As restrições de vigilância continuam a ser um aspecto central na situação do ex-presidente, que já enfrentava limitações em sua liberdade de movimento.
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