- O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), reabriu inquérito contra Jair Bolsonaro; a defesa de Eduardo Bolsonaro será feita pela Defensoria Pública após ele perder o prazo para se apresentar em processo.
- A Comissão Parlamentar de Inquérito do Instituto Nacional do Seguro Social (CPMI do INSS) rejeitou a convocação de Frei Chico e decidiu pela quebra de sigilo do advogado que denunciou fraudes, gerando críticas de opositores.
- Em relação aos Estados Unidos, o governo busca alívios tarifários; o chanceler Mauro Vieira se reuniu com o Secretário de Estado americano, Marco Rubio, em encontro considerado positivo, com expectativa de uma futura reunião entre Lula e Trump.
- No Congresso, a sessão que analisaria vetos presidenciais foi adiada para evitar novas derrotas ao governo; pauta de costumes avança, com projeto que proíbe aborto após cinco meses e meio de gestação avançando no Senado.
- O Tribunal de Contas da União (TCU) flexibilizou regra fiscal, proporcionando maior liberdade para a gestão das contas públicas em meio ao cenário político.
O cenário político brasileiro está em ebulição, com a reabertura de um inquérito contra Jair Bolsonaro pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF. A investigação foca em uma suposta interferência do ex-presidente na Polícia Federal. A defesa de Eduardo Bolsonaro, filho do ex-mandatário, será feita pela Defensoria Pública, após ele perder o prazo para se apresentar em um processo.
Em meio a essa turbulência, o governo Lula tenta barrar ações na CPMI do INSS. A base governista obteve uma vitória ao rejeitar a convocação de Frei Chico, irmão do presidente, enquanto a oposição busca reagir. A comissão também decidiu pela quebra de sigilo do advogado que denunciou fraudes, o que gerou críticas de opositores que consideram a medida intimidatória.
Relações Brasil-EUA
O governo Lula também busca alívios tarifários em sua relação com os Estados Unidos. O chanceler Mauro Vieira se reuniu com o Secretário de Estado americano, Marco Rubio, em um encontro descrito como “positivo”. A expectativa é que essa aproximação resulte em um futuro encontro entre os presidentes Lula e Trump, otimizando o ambiente para o setor empresarial brasileiro, embora a solução para o “tarifaço” ainda seja incerta.
Mudanças no Congresso
No Congresso, a sessão que analisaria vetos presidenciais foi adiada, uma manobra que visa evitar novas derrotas para o governo. O adiamento da votação sobre o licenciamento ambiental gerou reações no setor produtivo. Enquanto isso, um projeto que proíbe o aborto após cinco meses e meio de gestação avança no Senado, evidenciando a polarização nas pautas de costumes.
Flexibilidade Fiscal
Por fim, o Tribunal de Contas da União (TCU) flexibilizou uma regra fiscal que obrigava o governo a seguir rigorosamente a meta fiscal. Essa decisão proporciona maior liberdade na gestão das contas públicas, em um momento em que o governo busca equilibrar suas finanças em meio a um cenário político conturbado.
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