- Sean Combs, conhecido como Diddy, apresentou em Manhattan uma notificação de apelação de duas páginas contestando a condenação e a sentença de cinquenta meses de prisão, com Alexandra A. E. Shapiro como advogada de apelação; documentos adicionais ao Second Circuit Court of Appeals devem detalhar argumentos nas próximas semanas.
- A apelação é a resposta à sentença proferida no dia 3 de outubro, após julgamento que revelou acusações graves de violência e coerção.
- Combs foi condenado em julho por dois crimes relacionados ao Mann Act, que proíbe o transporte de pessoas para fins de prostituição; durante o julgamento testemunhas, entre elas Cassie Ventura, relataram abusos físicos e psicológicos.
- A defesa já havia sustentado que as acusações mais graves, como tráfico sexual, não foram comprovadas, pois ele foi absolvido dessas acusações; o juiz Arun Subramanian destacou a gravidade das alegações na sentença, e Combs demonstrou remorso durante a audiência.
- Combs, 55 anos, permanece detido desde a prisão em 2024, enquanto aguarda o desdobramento da apelação, que deve ser analisada por um painel de três juízes do Second Circuit Court of Appeals.
Sean Combs, conhecido como Diddy, apresentou uma notificação de apelação em Manhattan na segunda-feira, contestando sua condenação e a sentença de 50 meses de prisão. A defesa, liderada pela advogada Alexandra A.E. Shapiro, argumenta que a decisão deve ser revista. A apelação é uma resposta à sentença proferida no dia 3 de outubro, após um julgamento que expôs graves acusações de violência e coerção.
Combs foi condenado em julho por dois crimes relacionados ao Mann Act, que proíbe o transporte de pessoas para fins de prostituição. Durante o julgamento, testemunhas, incluindo sua ex-namorada Cassie Ventura, relataram abusos físicos e psicológicos. Ventura descreveu um padrão de controle e exploração, afirmando que Combs a forçou a participar de atos sexuais com acompanhantes masculinos sob ameaça de divulgação de vídeos íntimos.
Detalhes da Apelação
A notificação de apelação, com duas páginas, é o primeiro passo formal para contestar a condenação. Documentos adicionais detalhando os argumentos de Combs devem ser apresentados ao Second Circuit Court of Appeals nas próximas semanas. A expectativa é que um painel de três juízes analise o caso. A defesa de Combs já havia argumentado que as acusações mais graves, como tráfico sexual, não foram sustentadas, pois ele foi absolvido dessas acusações.
O juiz Arun Subramanian, ao proferir a sentença, destacou a gravidade das alegações de abuso e como elas influenciaram a decisão do tribunal. Durante a audiência, Combs expressou remorso, pedindo desculpas a Ventura e sua família, reconhecendo que se perdeu em excessos e ego.
Combs, de 55 anos, permanece detido desde sua prisão em 2024, enquanto aguarda o desdobramento de sua apelação.
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