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Bancada Feminista do PSOL tenta cassar mandato de Lucas Bove

PSOL reapresenta cassação do deputado Lucas Bove no Conselho de Ética da Alesp por quebra de decoro; MP solicita prisão preventiva; Bove nega

A nova tentativa da Bancada Feminista do PSOL de cassar o mandato de Lucas Bove
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  • Bancada Feminista do PSOL protocolou novo pedido de cassação do mandato do deputado estadual Lucas Bove (Partido Liberal, PL) no Conselho de Ética da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), com base em quebra de decoro parlamentar relacionadas a acusações de violência doméstica contra a ex-esposa, a influenciadora Cíntia Chagas.
  • Ministério Público de São Paulo pediu prisão preventiva de Bove por descumprimento de medidas protetivas; o deputado negou as acusações e ironizou o movimento feminista nas redes sociais.
  • A deputada Paula Nunes, do PSOL, afirmou que as provas obtidas durante a investigação comprometem a credibilidade da Alesp e podem atrapalhar o funcionamento da casa.
  • Bove já tinha sido indiciado pela Polícia Civil por stalking e violência psicológica, e denunciado pelo Ministério Público por violência física e descumprimento de decisões judiciais; investigações mostraram ligações feitas pelo deputado para a vítima a partir de um número da Alesp.
  • Em agosto, uma representação anterior contra Bove foi arquivada pelo Conselho de Ética, com votos contrários de membros da mesa diretora e de outros deputados.

A Bancada Feminista do PSOL protocolou, nesta sexta-feira (24), um novo pedido de cassação do mandato do deputado estadual Lucas Bove (PL) no Conselho de Ética da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). O pedido se baseia em alegações de quebra de decoro parlamentar, relacionadas a acusações de violência doméstica contra sua ex-esposa, a influenciadora Cíntia Chagas.

A solicitação ocorre após o Ministério Público paulista solicitar a prisão preventiva de Bove por descumprimento de medidas protetivas. Em resposta, o deputado negou as acusações e ironizou o movimento feminista nas redes sociais, afirmando que este nunca fez nada pelas mulheres. A deputada Paula Nunes, do PSOL, destacou que as provas obtidas na investigação comprometem a credibilidade da Alesp e perturbam o funcionamento da casa.

Bove já havia sido indiciado pela Polícia Civil por stalking e violência psicológica, além de ser denunciado pelo MP por violência física e descumprimento de decisões judiciais. Nunes também mencionou que as investigações revelaram ligações feitas pelo deputado para a vítima a partir de um número da Assembleia Legislativa. Em agosto, uma representação anterior contra Bove foi arquivada pelo Conselho de Ética, com votos contrários de membros da mesa diretora e de outros deputados.

Contexto das Acusações

As acusações contra Bove têm gerado um intenso debate na Alesp. A nova representação busca reabrir o caso, considerando o impacto das alegações sobre a imagem da casa legislativa. O clima tenso em torno do deputado reflete não apenas as questões pessoais, mas também a luta por um ambiente mais seguro e respeitoso para todas as mulheres.

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